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"I came to Mars" by Tiago Pires (10)

I came to Mars, there were Martians everywhere. They had four eyes and one ear. They were green. They ate as they flew on their planet without gravity. I was amazed! I went to their school. When I came there I realized that they spoke another language. I tried to understand it: - Rfvai ? (who's that?) - one said. I heard the bell and watched carefully the room. They could only read in the dark! The teacher wrote on the board and we copied, but I did not because he saw in the dark. I waited for the class was over and I went looking for my hanger, then noticed that the Martians had no hanger, but monsters that stretched the language to which they hung their coats. I hung my coat and went to the playground. They played to a call rdr thing to know each other better. I played the rdr and I recognized a friend of planet Earth. Together we find ourselves jets and helmets and went to our planet, specifically for Portugal. When I got to my house, I fell asleep and just...

"Imagina que fazia..." por Tiago Pires (10)

Cheguei a Marte, havia marcianos por todo o lado. Eles tinham quatro olhos e uma orelha. Eram verdes. Comiam enquanto voavam no seu planeta sem gravidade. Fiquei espantado! Dirigi-me ao colégio deles. Quando entrei lá entendi que eles falavam outra língua. Tentei entendê-la: - rfvai ? (quem é aquele?) - disse um deles. Ouvi a campaínha e vi com atenção a sala. Eles só conseguiam ler no escuro! A professora escrevia no quadro e nós copiavamos, mas eu não porque não via no escuro. Esperei que a aula acabasse e fui procurar o meu cabide, aí reparei que os marcianos não tinham cabide, mas sim monstros que esticavam a língua para que lhes pendurassem os casacos.   Pendurei o meu casaco e fui para o recreio. Eles jogavam a uma coisa chamada rdr , para se conhecerem melhor. Joguei ao rdr e reconheci um amigo do planeta Terra. Juntos pegamos nos jatos e nos capacetes e fomos para o nosso planeta, mais concretamente para Portugal. Quando cheguei à minha casa, adormeci e só s...

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Poesia: "Alma Lusiada" por Euclides Cavaco

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Poesia Ser português É ser diferente É ter alma Lusíada É saber estar ausente E em qualquer lado Gostar de tudo O que evoca a Pátria E nos inspira amor A esse cantinho À beira mar plantado !… autor: Euclides Cavaco poema completo (http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/Alma_Lusiada/index.htm) Joao Pires https://plus.google.com/u/0/112631522411940296835/posts  

Amadeo de Souza-Cardoso (PT)

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A caricatura que, em 1906, Amadeo de Souza-Cardoso fez de Laranjeira, refastelado à mesa de um café, visto de costas, numa posição repousada e nada cerimoniosa é já um notável desenho. Esta caricatura trouxe alguma fama a Amadeo, entre outras que na mesma altura fez de Laranjeira, acentuado-lhe o rosto peludo e feio, como que para satisfazer pedidos do próprio caricaturado. Foi pois como caricaturista que Amadeo começou a ser apreciado, não apenas por alguns escritores como por pintores, seja o já conceituado António Carneiro seja, depois, pelos seus companheiros de Paris, também caricaturistas: Emmerico Nunes (1888-1968), Domingos Rebelo (1891-1971), Acácio Lino (1878-1956). caricatura de  Emmerico Nunes (1888-1968) Fosse ou não fosse o jovem Amadeo alguém propenso às especulações intelectuais, a verdade é que ele foi um leitor aplicado. Mas os mestres portugueses da palavra escrita não o poderiam ajudar como futuro pintor vanguardista. As atitudes intelectuais ...

Os santos e santas da minha devoção

Os santos e santas da minha devoção, em especial ao milagroso Padre Santo Antonio, é padroeiro de namorados, e quando quer fazer um milagre não pergunta quem tem razão. Não me esqueci de me encomendar também aos Santos Mártires de Marrocos que lhe levam a perna numa dificuldade. Muitas vezes ouvi dizer a minha mãe: " roga ao santo até passar o barranco ". E medo para trás das costas. Toque, toque, Britiande lá avultava, apertada às bandas da estrada, com casas caiadas, casas antigas de pedra bruta, mulheres a catar-se às portas, e meninos nús pelos patins a esganiçar-se pelas mães. Estava tudo em sossego; pelos vistos não era ali que eu quebrava osso . Ja dava graças a Deus quando, ao desandar da ultima esquina, uma porta se abriu e meu tio Agostinho, os Maçãzeiros, o padre e uma choldra sem cinta me saltaram à frente. Deitei a mão ao bacamarte, de cara para a patuleia que estarreceu com o meu rompante: - Olá amigos, o que é isso? Aquilo lá se lhes afigurou qu...