Crise: há menos casais a dar o nó em Las Vegas (fotogaleria) <http://expresso.mailings.impresa.pt/lt.php?id=KkQCAR4EVA%3D%3D&forward=http%3A%2F%2Faeiou.expresso.pt%2Fcrise-ha-menos-casais-a-dar-o-no-em-las-vegas-fotogaleria%3Df666248>
E em NY ???
Com os cumprimentos
JPP
tinta permanente. Escrita criativa com leitura, um bloco de notas à mão, música, cafés e exercício físico. Uma notícia, uma revista, um folheto ou uma imagem.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Obesidade infantil
O número de crianças obesas continua a crescer. Ao longo dos últimos vinte anos, a tendência aumentou em mais de 50%, e o número de crianças "extremamente" obesas praticamente dobrou. Os médicos e profissionais de saúde determinam se uma criança é obesa medindo o peso e altura. Apesar das crianças registarem menores problemas relacionados com o peso dos adultos, as crianças obesas têm um elevado risco de se tornarem adolescentes e adultos obesos, sendo por isso cada vez mais difícil de regressar ao peso adequado à idade e altura. Por sua vez, os adultos com problemas de peso podem ter várias complicações de saúde, incluindo doenças coronárias, diabetes, problemas de coração, pressão arterial elevada e mesmo algumas formas de cancro (exemplo: cancro do estômago).
As crianças podem tornar-se obesas por vários motivos. Os mais comuns são os factores genéticos, a falta de actividade física e padrões de alimentação pouco saudáveis ou uma combinação destes factores. Em casos raros, um problema do foro médico, como uma desordem endócrina, pode levar a que uma criança se torne obesa.
Se nada ou pouco podemos fazer quanto às razões de ordem genética, já tudo podemos fazer quanto à actividade física e à alimentação.
Exemplo:
Se eu não quero que os meus filhos bebam refrigerantes na hora da refeição, será mais fácil se não existirem em lá em casa!
Sugestões:
- Próximo fim-de-semana leve os miúdos ao parque infantil mais próximo ou parque da cidade ou qualquer outro equipamento onde possam exercer um pouco de actividade física.
- Evite levar os seus filhos às compras. As embalagens dos cereais com chocolate ou os rebuçados ou os chocolates são demasiado atractivas e os filhos acabam por ganhar a "batalha" e levar muitos alimentados "indesejados" para uma criança.
Com os cumprimentos
JPP
As crianças podem tornar-se obesas por vários motivos. Os mais comuns são os factores genéticos, a falta de actividade física e padrões de alimentação pouco saudáveis ou uma combinação destes factores. Em casos raros, um problema do foro médico, como uma desordem endócrina, pode levar a que uma criança se torne obesa.
Se nada ou pouco podemos fazer quanto às razões de ordem genética, já tudo podemos fazer quanto à actividade física e à alimentação.
Exemplo:
Se eu não quero que os meus filhos bebam refrigerantes na hora da refeição, será mais fácil se não existirem em lá em casa!
Sugestões:
- Próximo fim-de-semana leve os miúdos ao parque infantil mais próximo ou parque da cidade ou qualquer outro equipamento onde possam exercer um pouco de actividade física.
- Evite levar os seus filhos às compras. As embalagens dos cereais com chocolate ou os rebuçados ou os chocolates são demasiado atractivas e os filhos acabam por ganhar a "batalha" e levar muitos alimentados "indesejados" para uma criança.
Com os cumprimentos
JPP
quinta-feira, 21 de julho de 2011
O Euro vai continuar a existir e a fazer frente ao dolar americano. Essa é a verdadeira questão: o dolar tem vindo a enfrentar a concorrência do euro nas transaccoes internacionais. Desde o seu aparecimento que o euro foi desdenhado pelos EUA, não porque não acreditassem no sucesso do euro mas porque iriam enfrentar nova concorrencia cambial.
terça-feira, 12 de julho de 2011
O Euro vai continuar a existir
O Euro vai continuar a existir e a fazer frente ao dolar americano. Essa é a verdadeira questão: o dolar tem vindo a enfrentar a concorrência do euro nas transaccoes internacionais. Desde o seu aparecimento que o euro foi desdenhado pelos EUA, não porque não acreditassem no sucesso do euro mas porque iriam enfrentar nova concorrencia cambial.
Com os cumprimentos
JPP
Com os cumprimentos
JPP
quinta-feira, 7 de julho de 2011
1. abrir página: http://paginas.fe.up.pt/~ee072 52/works/files/autoRefresh.htm l
2. inserir endereço: http://www.moodys.com/
3. activar
sábado, 2 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
OS VERDADEIROS FACTOS DA CAMPANHA
OS VERDADEIROS FACTOS DA CAMPANHA
Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituida por um rol de "factos" que só servem para distrair os(as) portugueses(as) daquilo que realmente é essencial.
E o que é essencial são os factos.
E os factos são indesmentíveis.
Não há argumentos que resistam aos arrasadores factos que este governos nos lega.
E para quem não sabe, e como demonstro no meu novo livro, os factos que realmente interessam são os seguintes:
1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB
3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalente a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
22) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade
Isto não é política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis. Factos irrefutáveis. Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual.Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral. As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.
Fonte: http://desmitos.blogspot.com/2011/04/os-verdadeiros-factos-da-campanha.html
Comentário de um leitor
O problema estrutural de Portugal vem muito de trás, não é dos últimos anos. De 2000 para cá o endividamento aumentou exponencialmente devido sobretudo o acesso ao crédito a juros reduzidos. E em 2008 a conjuntura externa agravou ainda mais o nosso problema estrutural interno. Mas a verdade é que o mal começou a ser feito precisamente em 1974, quando do golpe militar de 25/4.
Um dos mentores do golpe militar do 25 Abril e ex-activista do terrorismo das FP25, Otelo S. de Carvalho diz que um dos objectivos do golpe era "a criação de um sistema que elevasse rapidamente o nível social, económico e cultural de todo um povo que viveu 48 anos debaixo de uma ditadura". Uma afirmação destas mostra um total desconhecimento económico e social. Como poderia um Estado pobre ficar rico da noite para o dia? No Estado Novo, todo o avanço foi feito de forma gradual, numa perspectiva de poupança, mas sempre a melhorar a longo-prazo.
Ainda ontem (e hoje também) ouvi na TSF opiniões ingénuas de sociólogos afirmarem que Portugal seria capaz de suportar a crise sem "bailout", e que era uma "injustiça" o que os agentes financeiros estavam a fazer com Portugal, dizendo ainda que as estruturas não estavam assim tão mal quanto o que o FMI e outras entidades queriam fazer parecer.
O sociólogo Boaventura Sousa Santos falou ainda há pouco na TSF, citando o norte-americano Robert Fishman sobre um artigo no New York Times dizendo que o Estado Português sofreu uma "pressão injusta dos mercados" que obrigou o País a ter de pedir ajuda de que não precisava". Isto é praticamente o mesmo que dizer-se que uma família falida por sobreendividamento, que durante anos recorreu ao crédito para ir para "Cancun" de férias e comprar carro novo, foi injustamente obrigada a pedir ajuda financeira à família por culpa do banco que lhe subiu os juros, porque, caso contrário, ela teria capacidade sozinha para suportar a "crise" e eventualmente continuar a endividar-se!
Injustiça?! Então, mas desde quando os agentes financeiros e credores têm obrigação de continuar a dar crédito e financiar um Estado sobreendividado (números redondos, Dívida Pública = 100% PIB e Dívida Externa Bruta = 230% PIB)?? Estes valores só têm par com os 1892, altura da nossa última bancarrota resultante dos tempos dos governos insensatos da Regeneração e do Fontismo, ou seja, pela altura da Monarquia Constitucional.
Desde quando um Estado com um crescimento de 0%, com tendência a recessão ainda antes do "bailout" (um estudo da Univ. Católica acusou recessão técnica já em Abril), em que o "deficit" atingiu os 10% no ano passado (tendo em conta o malabarismo do fundo de pensões da PT) e que vive com "deficit" há quatro décadas (o último ano de superavit foi 1970, considerando a despesa publica efectiva, ou 1952 se contarmos com os juros e amortizações) dá boas garantias a potenciais investidores? É de notar que o potencial de crescimento de Portugal (PIB Potencial) está praticamente ao nível dos da I República, pouco acima dos 0% quando comparados com os 6,5% do Estado Novo no princípio da guerra do ultramar português)! Alguém confia num Estado falido e ainda com PPPs para pagar na ordem dos 48 mil milhões durante os próximos 40 anos? Um Estado com um Governo perfeitamente descredibilizado!
Desde quando os mercados têm de depositar a sua confiança num Estado assim? Num Estado que gasta muito mais do que a riqueza que produz, em que a tendência é de produzir menos, actualmente com uma taxa de desemprego de 11% (números oficiais, ainda assim bastante aquém dos números reais e com forte tendência a crescer), com uma taxa de poupança mais baixa que há 50 anos atrás, com reservas de ouro de 40% apenas da quantidade total que existia no início da III República (adquiridas e conservadas em clima económico de poupança do Estado Novo).
O nosso problema tem 37 anos e é estrutural.
autor: Álvaro Santos Pereira
fonte:
http://desmitos.blogspot.com/2011/04/os-verdadeiros-factos-da-campanha.html
Com os cumprimentos
JPP
Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituida por um rol de "factos" que só servem para distrair os(as) portugueses(as) daquilo que realmente é essencial.
E o que é essencial são os factos.
E os factos são indesmentíveis.
Não há argumentos que resistam aos arrasadores factos que este governos nos lega.
E para quem não sabe, e como demonstro no meu novo livro, os factos que realmente interessam são os seguintes:
1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB
3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalente a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
22) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade
Isto não é política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis. Factos irrefutáveis. Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual.Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral. As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.
Fonte: http://desmitos.blogspot.com/2011/04/os-verdadeiros-factos-da-campanha.html
Comentário de um leitor
O problema estrutural de Portugal vem muito de trás, não é dos últimos anos. De 2000 para cá o endividamento aumentou exponencialmente devido sobretudo o acesso ao crédito a juros reduzidos. E em 2008 a conjuntura externa agravou ainda mais o nosso problema estrutural interno. Mas a verdade é que o mal começou a ser feito precisamente em 1974, quando do golpe militar de 25/4.
Um dos mentores do golpe militar do 25 Abril e ex-activista do terrorismo das FP25, Otelo S. de Carvalho diz que um dos objectivos do golpe era "a criação de um sistema que elevasse rapidamente o nível social, económico e cultural de todo um povo que viveu 48 anos debaixo de uma ditadura". Uma afirmação destas mostra um total desconhecimento económico e social. Como poderia um Estado pobre ficar rico da noite para o dia? No Estado Novo, todo o avanço foi feito de forma gradual, numa perspectiva de poupança, mas sempre a melhorar a longo-prazo.
Ainda ontem (e hoje também) ouvi na TSF opiniões ingénuas de sociólogos afirmarem que Portugal seria capaz de suportar a crise sem "bailout", e que era uma "injustiça" o que os agentes financeiros estavam a fazer com Portugal, dizendo ainda que as estruturas não estavam assim tão mal quanto o que o FMI e outras entidades queriam fazer parecer.
O sociólogo Boaventura Sousa Santos falou ainda há pouco na TSF, citando o norte-americano Robert Fishman sobre um artigo no New York Times dizendo que o Estado Português sofreu uma "pressão injusta dos mercados" que obrigou o País a ter de pedir ajuda de que não precisava". Isto é praticamente o mesmo que dizer-se que uma família falida por sobreendividamento, que durante anos recorreu ao crédito para ir para "Cancun" de férias e comprar carro novo, foi injustamente obrigada a pedir ajuda financeira à família por culpa do banco que lhe subiu os juros, porque, caso contrário, ela teria capacidade sozinha para suportar a "crise" e eventualmente continuar a endividar-se!
Injustiça?! Então, mas desde quando os agentes financeiros e credores têm obrigação de continuar a dar crédito e financiar um Estado sobreendividado (números redondos, Dívida Pública = 100% PIB e Dívida Externa Bruta = 230% PIB)?? Estes valores só têm par com os 1892, altura da nossa última bancarrota resultante dos tempos dos governos insensatos da Regeneração e do Fontismo, ou seja, pela altura da Monarquia Constitucional.
Desde quando um Estado com um crescimento de 0%, com tendência a recessão ainda antes do "bailout" (um estudo da Univ. Católica acusou recessão técnica já em Abril), em que o "deficit" atingiu os 10% no ano passado (tendo em conta o malabarismo do fundo de pensões da PT) e que vive com "deficit" há quatro décadas (o último ano de superavit foi 1970, considerando a despesa publica efectiva, ou 1952 se contarmos com os juros e amortizações) dá boas garantias a potenciais investidores? É de notar que o potencial de crescimento de Portugal (PIB Potencial) está praticamente ao nível dos da I República, pouco acima dos 0% quando comparados com os 6,5% do Estado Novo no princípio da guerra do ultramar português)! Alguém confia num Estado falido e ainda com PPPs para pagar na ordem dos 48 mil milhões durante os próximos 40 anos? Um Estado com um Governo perfeitamente descredibilizado!
Desde quando os mercados têm de depositar a sua confiança num Estado assim? Num Estado que gasta muito mais do que a riqueza que produz, em que a tendência é de produzir menos, actualmente com uma taxa de desemprego de 11% (números oficiais, ainda assim bastante aquém dos números reais e com forte tendência a crescer), com uma taxa de poupança mais baixa que há 50 anos atrás, com reservas de ouro de 40% apenas da quantidade total que existia no início da III República (adquiridas e conservadas em clima económico de poupança do Estado Novo).
O nosso problema tem 37 anos e é estrutural.
autor: Álvaro Santos Pereira
fonte:
http://desmitos.blogspot.com/2011/04/os-verdadeiros-factos-da-campanha.html
Com os cumprimentos
JPP
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Pedro e Inês
"Que eu amo Inês com amor tão grande como alguma vez um homem pode amar uma mulher, não é segredo para ninguém. Mas daí a fazer de mim besta mandada, vai um grande passo, Clarimundo."
do "Amor Infinito de Pedro e Inês" de Luis Rosa
Com os cumprimentos
JPP
do "Amor Infinito de Pedro e Inês" de Luis Rosa
Com os cumprimentos
JPP
Pedro e Inês
"Que eu amo Inês com amor tão grande como alguma vez um homem pode amar uma mulher, não é segredo para ninguém. Mas daí a fazer de mim besta mandada, vai um grande passo, Clarimundo."
do "Amor Infinito de Pedro e Inês" de Luis Rosa
Com os cumprimentos
JPP
do "Amor Infinito de Pedro e Inês" de Luis Rosa
Com os cumprimentos
JPP
terça-feira, 26 de abril de 2011
Pirâmide de Maslow em causa
Para alguns, nomeadamente os pobres, é mais importante ter televisão que comida.
Com os cumprimentos
JPP
Com os cumprimentos
JPP
quinta-feira, 7 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
A culpa de não haver PEC 4 é do PSD e do CDS. A culpa de haver portagens nas Scuts é do PSD que viabilizou o PEC 3. A culpa do PEC 3 é do PEC 2. Que, por sua vez, tem culpa do PEC 1.
Chegados a este, a culpa é da situação internacional. E da Grécia e da Irlanda. E antes destas culpas todas, a culpa continua a ser dos Governos PSD/CDS. Aliás, nos últimos 16 anos, a culpa é apenas dos 3 anos de governação não socialista.
A culpa é do Presidente da República. A culpa é da Chanceler. A culpa é de Trichet. A culpa é da Madeira. A culpa é do FMI. A culpa é do euro.
A culpa é dos mercados. Excepto do "mercado" Magalhães. A culpa é do 'rating'. A culpa é dos especuladores que nos emprestam dinheiro. A culpa até chegou a ser das receitas extraordinárias. À falta de outra culpa, a culpa é de os Orçamentos e PEC serem obrigatórios.
Chegados a este, a culpa é da situação internacional. E da Grécia e da Irlanda. E antes destas culpas todas, a culpa continua a ser dos Governos PSD/CDS. Aliás, nos últimos 16 anos, a culpa é apenas dos 3 anos de governação não socialista.
A culpa é do Presidente da República. A culpa é da Chanceler. A culpa é de Trichet. A culpa é da Madeira. A culpa é do FMI. A culpa é do euro.
A culpa é dos mercados. Excepto do "mercado" Magalhães. A culpa é do 'rating'. A culpa é dos especuladores que nos emprestam dinheiro. A culpa até chegou a ser das receitas extraordinárias. À falta de outra culpa, a culpa é de os Orçamentos e PEC serem obrigatórios.
domingo, 27 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Amazing Japanese Tsunami Dog - Loyalty to her injured friend
Loyal japanese dog leads rescuers to mate
Reporters came across the animal whilst filming the destruction wreaked by earthquake and tsunami in Ibaraki Prefecture, northeast Japan.
The pair were rescued by vets from Japan Earthquake Animal Rescue and Support.
The tan and white spaniel was taken to a shelter in Mito while its injuried mate is being treated by a vet in the same town.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Governo diz a Bruxelas que a recessão travará aumento do salário mínimo.
fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=474193
fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=474193
terça-feira, 15 de março de 2011
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