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sábado, 27 de novembro de 2010

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, teve este sábado conversas telefónicas com vários líderes europeus, entre eles o primeiro-ministro português, José Sócrates, sobre a crise da zona euro, divulgou o Eliseu em comunicado. 


«No prolongamento da sua conversa telefónica com a chanceler alemã, Angela Merkel, na quinta-feira, e do encontro com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, na sexta-feira, o presidente da República prosseguiu as suas consultas sobre a situação da zona euro e falou por telefone com o presidente do Conselho italiano, Silvio Berlusconi, o primeiro ministro português, José Sócrates, o presidente do Conselho europeu, Herman Van Rompuy, e o presidente do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero», informou a presidência francesa. 

Angela Merkel e Nicolas Sarkozy discutiram quinta-feira o plano financeiro de ajuda da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) à Irlanda. 

No seguimento desse encontro, Sarkozy afirmou que o mecanismo para ajudar países em dificuldade continuará em vigor «sem alterações até 2013», mas que os dois Governos «continuarão a trabalhar intensamente» numa proposta comum para um mecanismo de resolução de crises permanente a partir de 2013. 

Este domingo, os ministros das Finanças da zona euro, entre os quais estará Teixeira dos Santos, vão reunir-se presencialmente para debater o plano de ajuda à Irlanda.
Antigos gestores BPP

A CMVM está a ultimar a acusação no âmbito do processo de contra-ordenação às irregularidades cometidas no BPP. A entidade de supervisão liderada por Carlos Tavares vai avançar com o apuramento de responsabilidades individuais.
Assim, além da instituição, que está em processo de liquidação, a CMVM deverá acusar antigos administradores do BPP pelas irregularidades cometidas, solução já adoptada por outros bancos. É muito importante para a saúde financeira portuguesa que em casos como este sejam definitivamente apuradas responsabilidades e exemplarmente cumpridas as respectivas punições.
Abreu Pires

fonte: jornal Metro

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Portugal e Espanha fortemente pressionados pelos mercados

Que Portugal estava sob forte pressão dos mercados para ser o próximo país da Zona Euro a ter de recorrer ao fundo de emergência europeu e do FMI já se sabia. Mas ontem também se ficou a saber que Espanha entrou na zona de risco, acentuando de forma drástica os receios de uma ruptura financeira grave em toda a Zona Euro. Dois dias após se ter confirmado que a Irlanda iria seguir os passos da Grécia e recorrer a ajuda externa, as taxas de juro dos empréstimos concedidos nos mercados ao Estado português e espanhol voltaram a subir.

in Correio da Manhã - Eduardo Dâmaso - 2010-11-23
in Correio da Manhã - António Sérgio Azenha - 2010-11-23
in i - Carlos Ferreira Madeira - 2010-11-23
in SIC - 2010-11-23
in i - Nuno Aguiar - 2010-11-24
in Público - Sérgio Aníbal, Clara Barata - 2010-11-24
Risco da Banca nacional atinge recorde
O risco percebido pelo mercado sobre os bancos portugueses nunca foi tão alto. Os credit-default swaps (CDS) atingiram ontem um novo máximo histórico. Ou seja, os investidores nunca pagaram tanto para se protegerem da eventualidade da Banca nacional não conseguir pagar a dívida emitida. Os CDS sobre a dívida subordinada a cinco anos do BCP atingiram os 1.093 pontos, enquanto os do BES escalaram até aos 1.091 pontos-base. Só nas últimas três sessões, os CDS sobre esta dívida subiram 260 e 284 pontos-base, respectivamente.

- in Diário Económico - Luís Rego, João Paulo Guerra, Marta Marques Silva, Luís Reis Pires - 2010-11-24

- in Jornal de Negócios - João Carlos Malta, Helena Garrido, Manuel Esteves, António Larguesa, Pedro Romano, Catarina Almeida Pereira, Edgar Caetano, Rita Faria - 2010-11-24

Lenda das Sete Cidades

Lenda das Sete Cidades

Conta a lenda que o arquipélago dos Açores é o que hoje resta de uma ilha maravilhosa e estranha onde vivia um rei possuidor de um grande tesouro e uma imensa tristeza por não ter um filho que lhe sucedesse no trono. Esta dor tornava-o amargo com a sua rainha estéril e cruel com o seu povo. Mas uma noite perante os seus olhos desceu uma estrela muito brilhante dos céus que aos poucos se foi materializando numa mulher de beleza irreal envolta em luz prateada. Com uma voz que mais parecia música essa mulher prometeu-lhe uma filha bela como o sol sob a condição que o rei expiasse a sua crueldade e injustiça através da paciência. 

O rei teria que construir um palácio rodeado por sete cidades cercadas por muralhas de bronze que ninguém poderia transpor. A princesinha ficaria aí guardada durante trinta anos longe dos olhos e do carinho do rei. O rei aceitou o desafio. Decorreram 28 anos e com eles cresceram a impaciência e o sofrimento do rei, que um dia não aguentou mais. Apesar de ter sido avisado que morreria e que o seu reino seria destruído, o rei dirigiu-se às muralhas, desembainhou a espada e nelas descarregou a sua fúria. A terra estremeceu num ruído terrível e das suas entranhas saíram línguas de fogo enquanto que o mar se levantou sobre a terra e a engoliu. 

No fim de tudo, restaram apenas as nove ilhas dos Açores e o palácio da princesa, transformado agora na Lagoa das Sete Cidades dividida em duas lagoas: uma verde como o vestido da princesa e a outra azul da cor dos seus sapatos.

fonte: Lendas de Portugal

tags: lenda lendas portugal cidades princesinha rei muralhas trono rainha
GREVE GERAL dia 24 novembro

Começou a greve geral. A segunda em Portugal organizada conjuntamente pelas duas grandes centrais sindicais, CGTP e UGT. Na última greve em que as centrais estiveram unidas, em 1988, os sindicatos falaram em adesões de cerca de 80 por cento dos trabalhadores.
fonte: jornal Publico

Para aqueles que acreditam na greve geral contra o actual modelo de governação mas não querem prejudicar o seu trabalho, porque não compensar no próximo sábado ???

domingo, 21 de novembro de 2010

Tourism
· Cuba Reports Tourism Growth
· New Hotel Rooms in Ciego de Avila
· Camagüey Promotes Tourist Options
· Varadero Ready for Peak Tourist Season
· Villa El Bosque in Holguín
· New InterContinental Brand in India
· Marriott Grows in Europe
· New Hotel Complex in Serbian Mountain
· World Tourism Grows
· Sol Meliá Hotels in Select World Catalog

Health
· Cuban Surgeons Perform Successful Heart Surgeries
· Cienfuegos Reports Decreased Infant Mortality Rate
· Early Detection of Retinitis Pigmentosa in Holguín
· Meeting on Internal Medicine in Western Cuba
· Cuba's Achievements in Neonatal Care Highlighted

Business
· Positive Results at Cuban Trade Fair
· Cuba Fosters Cabotage Transportation
· Cuba to Export Water to Caribbean
· RESIGUM Consolidates Presence on Cuban Market
· New Power Generating Project in Eastern Cuba

Sports
· Foreign Participants at Havana's Int'l Marathon
· Cuban Tae Kwon Do Fighters Join World Ranking
· Cuba Qualifies at Women's Handball Pan-Am Tournament
· Cuban Swimmers Train for Andrés Pérez Cup
· Cuban Skaters to Seek Qualification for Guadalajara

Culture
· Cuban Musicians Win Latin Grammy Awards
· Traditional Music in Eastern Cuba
· Cuban Motion Pictures at Film Festival in Uruguay
· National Ballet of Cuba to Perform in Italy
· New Section at Havana's Int'l Film Festival

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A produção da série de TV Spartacus: Blood and Sand foi interrompida devido ao actor principal, Andy Whitfield, ter sido diagnosticado com cancro.

Ele foi diagnosticado com Linfoma não-Hodgkin, ainda na fase inicial da doença e começou o tratamento imediatamente. “Estou recebendo cuidado excelente. Sinto-me forte, optimista e determinado, com um exército de apoio ao meu redor”, disse Whitfield.

A primeira temporada teve o seu último episódio apresentado nos EUA no dia 16 de Abril e a produção da segunda temporada será adiada até que o actor se recupere.

Spartacus: Blood and Sand é uma série provocadora, violenta e com cenas de sexo. A série apresenta a história do famoso gladiador e sua escalada à fama. Andy Whitfield estrela no papel principal, como um soldado da Trácia que foi preso e condenado a morrer como um gladiador na arena. O actor John Hannah vive Batiatus, o dono da escola de gladiadores e marido de Lucretia (Lucy Lawless).

sábado, 29 de maio de 2010











Data de lançamento: Junho 2009



Conclusão – A favor  


  • Boa resolução e detalhados da produção (mas só muito marginalmente melhor que a 450D)
  • Decente (mas não o melhor 'na classe') de alta performance ISO JPEG
  • Velocidade ISO até 12.800 (sem grande qualidade, mas está lá para emergências) 
  • Boa qualidade de vídeo HD (saída de som, mas não coincide com a qualidade da imagem) 
  • Actualmente o mais barato 1080P DSLR vídeo capaz (embora apenas em 20fps) 
  • O desempenho global ágil e responsivo 
  • Muito clara, alta resolução, tela de 3.0 polegadas com revestimento anti-reflexo (mas dificilmente utilizáveis em dias de sol) 
  • Visor maior e mais brilhante na classe
  • Bom número de controlos externos fornecem acesso rápido a todos os parâmetros importantes e fotografar o painel de controlo interativo rápida é uma boa alternativa para aqueles que preferem o estilo de câmara compacta de controlos 
  • O sistema de menu intuitivo e personalizável "My Menu" 
  • Bom controlo sobre High ISO NR 
  • Bastante eficiente Highlight Tone Priority preserva detalhes adicionais de luz
  • Exposição do flash é de confiar 
  • Correcção de iluminação periférica
  • Saída HDMI 
  • Pacote de software detalhado incluído Vida útil da bateria

Conclusão - Contras


  • Ruído Visivelmente mais do que alguns arquivos RAW da classe
  • Um pouco menos destaque na gama JPGs que a concorrência RAW headroom relativamente limitado, canal clipping significa uma precisão de cor não pode muitas vezes ser mantida quando recuperar áreas cortadas em RAW conversão
  • Metering tem tendências ocasionais para sobrexposição em condições de maior contraste
  • Equilíbrio auto não é fiável e presets sob luz artificial 
  • Continua a manter aparência ligeiramente “plástico” nas superfícies Apoio é um pouco pequeno para as mãos maiores
  • Flash tem que ser reforçado para auxiliar AF (embora AF é boa ainda que com pouca luz) O intervalo de compensação limitada exposição (+ / - 2,0 EV)
  • Detecção de contraste AF tão lento que é inútil para a maioria dos tipos de fotografia (é o mesmo para a maioria da concorrência embora) 
  • Um pouco mais caro que a concorrência

Conclusão geral


A EOS 500D é a encarnação de uma linha de grande sucesso das câmaras e, embora o segmento de "nível de entrada no mercado está mais preenchido que noutros tempos, seria uma surpresa se o novo modelo não vendesse como pão quente.

Todos os grandes fabricantes de empinar mais e mais novidades em seu "orçamento" ofertas, mas a EOS 500D é sem dúvida a melhor câmara de 2009 no segmento.


Tem sensor de alta resolução (15.1 megapixels efectivos) em sua classe, uma excelente tela de 3,0 polegadas de alta resolução, estendeu a sensibilidade até ISO 12800 e, sem dúvida para muitos utilizadores a característica mais atraente, um modo de Alta Definição de filme que regista 1080P/20fps ou 720P/30fps.

Ele combina tudo isso com qualidade de imagem decente e ao mesmo tempo sua aparência pode ser um plástico e o tratamento pode ser difícil com as mãos maiores. O problema principal da 500D é o seu preço que se situa um pouco acima da concorrência, o que poderá ser um obstáculo para alguns potenciais compradores, principalmente em tempos difíceis.


Qualidade da Imagem



Na base da ISO 500D produz uma saída clara e detalhada, com cores naturais, mas para tirar o máximo da câmara de 15 megapixels para ampliações grandes ou cortar, deve investir em boas lentes. Pelo menos um kit de lentes para resolver todos os detalhes de uma cena.

A Canon faz um trabalho decente em sensibilidades mais altas e até ISO 1600 produz perfeitamente utilizável saída que mostra um bom pormenor, mas o ruído de croma também visivelmente mais do que a Nikon D5000 (se você estiver disposto a sacrificar alguns detalhes da imagem, pode optar pela redução do ruído de "Strong"). ISO 3200 fica visivelmente mais suave e as duas configurações mais altas produzem um tipo muito intrusiva de ruído de cor. Eles devem ser destinadas apenas para situações de emergência.


Ao fotografar em RAW a imagem muda ligeiramente para o negativo. A "qualidade extras" geralmente você pode sair de arquivos RAW em relação ao fotografar em JPEG é relativamente limitado na 500D. Uma razão para isso é a qualidade do motor da câmara JPEG. Ele está fazendo um bom trabalho em "optimizar" a saída JPEG ao converter os dados RAW. No entanto, as imagens RAW da 500D são também ligeiramente atrasadas em relação a algumas da classe e surpreende até mesmo o 450D em termos de ruído de ISO elevado e, em menor grau, em termos de nível de detalhe pixel. Não vai ser um problema ao verificar as imagens no tamanho de tela, mas certamente é visível de perto.


A medição é geralmente confiável, mas, como a 450D, em condições de brilho, a EOS 500D tem uma tendência a expor demais, resultando em corte de destaques. E, embora o intervalo JPEG dinâmica dos destaques é ligeiramente menor do que o antecessor há bastante espaço livre em arquivos raw para puxar destacar detalhe, na maioria dos disparos. É, portanto, recomendável, especialmente em condições de brilho e contraste, disparar sempre JPEG + RAW. Caso contrário é melhor você verificar suas exposições, com cuidado e aplicar um pouco de compensação de exposição negativa, quando necessário.


Manipulação

Temos sido críticos sobre os antecessores da 500D e ainda não estamos muito interessados em ergonomia da câmara. A aderência é relativamente pequena e, especialmente para os fotógrafos com as mãos grandes, a câmara não fica tão confortavelmente na mão, como, por exemplo, a Nikon D5000 ou Olympus E-620. O controlo externo dá-lhe um bom acesso aos parâmetros mais frequentemente usados, mas nós adoraríamos ver um estilo 50D. Dito isto estamos perante uma câmara de orçamento controlado em que os fabricantes procuram agradar da melhor forma.

O projecto do menu é muito intuitivo e para todos reforço de uma câmara digital compacta o Quick Screen controlo será uma boa alternativa para mudar as configurações através dos botões físicos. Tudo somado a EOS 500D é uma câmara que, após algum tempo inicial de adaptação, será de fácil utilização.

Como a maioria das SLRs corrente o recurso de visualização ao vivo é, principalmente devido à AF muito lento, de uso limitado fora do estúdio e, enquanto o modo de vídeo proporciona imagens de excelente qualidade, oferece controlo manual reduzido.


A palavra final

Se possuir uma EOS 450D ou outro DSLR recente, do ponto de vista da qualidade da imagem, não há necessariamente uma necessidade de actualização para a EOS 500D. No entanto, o modo de vídeo HD, tela de alta resolução novo ou gama ISO alargada, pode tornar mais fácil para justificar a despesa, se for utilizador desses recursos. Ao pretender comprar sua primeira DSLR, a CANON 500D é uma recomendação fácil, mas também pode querer considerar a Nikon D5000. Vem com um conjunto similar à 500D (embora "apenas" com 720p de vídeo) e trabalha melhor em ambientes com pouca luz.

info adicional

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mercados suspensos                 
Enquanto David Cameron e Nick Clegg acertam estratégias para a coligação, os mercados financeiros incluindo a bolsa de Nova Iorque, estão suspensos à espera do arranque da nova coligação. Talvez por esta razão o RU não entre no plano contra a crise desenhado pela UE. 
ABREU PIRES


http://www.readmetro.com/download/en/42461/
Tamiflu                    
E pensava eu que o mistério do Tamiflu já tivesse terminado. Este medicamento utilizado para o combate à gripe A, é feito à base da flor do anis. Mas em boa verdade ainda não foi confirmada a sua eficácia. Então como se compreende que as sua vendas tenham disparado no 1T 2010, apesar do fim da pandemia?
ABREU PIRES
http://www.readmetro.com/download/es/41808/

domingo, 25 de abril de 2010

GEELY? Não conheço.

GEELY até há bem pouco tempo desconhecida dos ocidentais é uma marca oriental de automóveis em franca ascenção e que se tornou notícia por ter adquirido recentemente a marca sueca VOLVO. A GEELY já tinha tentado entrar no mercado europeu em 2007 no segmento médio-baixo, mas sem sucesso pois não cumpriu as normas de segurança impostas pelo EuroNCAP. No entanto a marca tem vindo a evoluir no sentido de competir na Europa e EUA. Fica uma dúvida: será que comprou a VOLVO para implementar as melhores prácticas da marca sueca ou apenas para usufruir do seu prestígio. É que a indústria chinesa deixa muitas vezes a desejar no que respeita à qualidade final do produto. Quero acreditar que ste tipo de investimento seja para valer. Por outro lado temos vindo a assistir à transferência de tecnologia para a Ásia. Resta à Europa a continuidade da criatividade e investimento em I&D e preparar para as exportações para o mercado asiático. Sim, eu disse bem: Exportar para a Ásia. Será esse o futuro da europa!

Abreu Pires

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cabo ou ADSL ?
Qual a melhor banda larga?

Se os serviços de Internet de alta velocidade estiverem disponíveis na sua área (e geralmente estão disponíveis nos grandes centros urbanos), a sua escolha será entre ADSL (Digital Subscriber Line) ou serviços de modem por CABO. Ambos os modems ADSL e CABO de rede doméstica comum são as tecnologias de conexão de banda larga -, mas qual é a melhor opção? Esta é a questão eterna !

Não irei deixar aqui a resposta em definitivo, mas sim fornecer alguma informar a fim de poder decidir pela melhor solução.

O que é ligação à internet por ADSL?
O ADSL utiliza um esquema de modulação sofisticado para pacote de dados em fios de cobre. Não há necessidade de marcar para seu fornecedor de ADSL, pois está sempre ligado.


O que é ligação à internet por CABO?
Através do uso de um modem de cabo, pode ter uma ligação à Internet de banda larga que foi concebido para funcionar sobre as linhas de TV cabo. Internet por cabo funciona usando o espaço canal de TV para a transmissão de dados, com certos canais utilizados para transmissão de downstream, e de outros canais para a transmissão de upstream. Porque o cabo coaxial utilizado por cabo fornece largura de banda muito maior do que linhas de telefone, um modem pode ser usado para obter um acesso extremamente rápido para a web. Isso, combinado com o facto de que milhões de casas já estão equipadas com cabo para TV, veio dar um grande impulso na internet por cabo.

CABO vs ADSL: Velocidade
A questão “Qual o melhor e mais rápido” tem sido amplamente debatida e parece não existir um claro vencedor.
Em condições ideais, a velocidade por CABO tende a ser o dobro da velocidade proporcionada pelo ADSL, mas a razão para não haver um vencedor definitivo é a velocidade, porque a tecnologia de cabo é baseada na largura de banda partilhada, com muitos factores que influenciam os utilizadores na obtenção da velocidade para download. Partilhada a largura de banda, a velocidade varia, dependendo do número de assinantes na rede. Com ADSL, a ligação é exclusivamente sua e não partilhada, pelo que tende a ter uma velocidade mais constante. Esta é a razão pela qual os provedores de Internet por cabo não costumam publicar informações de velocidade.

Em áreas mais rurais, com menor número de assinantes, terá maiores velocidades de download de em comparação com um assinante de um centro urbano. Como as velocidades de modem por cabo tendem a flutuar, é difícil avaliar uma velocidade de download de um ficheiro. Já no fluxo de upload, o ADSL e o cabo bastante semelhantes.

Ambas as velocidades de Internet por ADSL e CABO são em grande parte dependentes do servidor (fornecedor do download), bem como da distância da estação e do numero de utilizadores no momento.

CABO vs ADSL: como medir correctamente a velocidade?
De facto as leituras efectuadas em sites como a Beltronica ou FCCN ou qualquer outro site não são fiáveis. Desejável será medir o tráfego downstream ou upstream no próprio modem.

CABO vs ADSL: Segurança e rede doméstica
Ambos o CABO e ADSL podem facilmente compartilhados com os computadores numa rede doméstica, através de vário tipo de software (ex.: Microsoft Internet Connection Sharing) ou através de um partilha de ligação através de router e firewall.

O CABO sendo compartilhado até ao próximo posto, por utilizadores da mesma zona, levanta problemas de segurança, os quais têm vindo a ser ultrapassados, que geralmente são resolvidos com medidas de segurança adicionais, limitando, no entanto, algumas funcionalidades como o FTP (file transfer protocol), entre outros. Actualmente são fornecidos modems para o CABO já com características de segurança no hardware. Globalmente a segurança destas ligações de banda larga são muito semelhantes às do ADSL, sendo que estas últimas ganham ligeira vantagem.
É sempre aconselhável considerar a compra de hardware ou software adicional para proteger o seu sistema, dado que o fornecedor de serviços só disponibiliza o equipamento básico e respectiva instalação.

CABO vs ADSL: Preço
Hoje em dia a oferta é bastante alargada, existindo também a oferta da ligação por fibra óptica.


Se reside numa área onde o CABO e O ADSL são oferecidos, então terá uma verdadeira opção de escolha, tendo presente a distância do próximo posto da PT.
Aproveite as campanhas que são a todo o momento oferecidas pelos diversos operadores. De uma forma geral, as subscrições online, dos respectivos serviços e adesões são mais vantajosas. Instalação gratuita, oferta do modem sem fios, oferta das primeiras mensalidades, oferta de Pen mobile. Pode ainda aproveitar o triple play (Net+TV+Telefone) e obter efectivas vantagens.

Em suma, as principais diferenças entre o CABO e ADSL não residem na origem da tecnologia implementada em cada uma delas, mas sim nos serviços proporcionados por cada fornecedor, como a largura de banda anunciada e total de tráfego mensal contratado. Outros factores deverão ser levados em conta, designadamente custos associados, serviço de apoio ao cliente, no que respeita à instalação e manutenção do serviço.

fornecedores de serviço por CABO e ADSL em Portugal:

ANACOM:


forum O estado da banda larga em Portugal

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

mais um email falso:

"PARA GANHAR DINHEIRO - LER URGENTE! NAO DEITAR FORA


Olá a todos


Sou advogada, Susana Cruz,  e conheço a lei. Não menosprezem a validade desta informação, isto é real.'

A AOL e a INTEL cumprirão a sua promessa pois têm medo de serem processados e pagar posteriormente indemnizações multimilionárias como no recente caso da PEPSI COLA contra a GENERAL ELECTRIC.
Aparentemente, Bill Gates está a partilhar uma porção da sua fortuna.
O MS WINDOWS continua a ser o sistema operativo mais utilizado, e isto não é mais do que um teste para a Microsoft e a AOL avaliarem isso pelo nº de envios/reenvios deste mail.

Quando reencaminhar este mail, no caso de ser um utilizador de MS Windows, a Microsoft fará um seguimento dos reenvios durante 2 semanas.
Quer isto dizer, que por cada pessoa que reenviar este mail, a Microsoft pagar-vos-á 245EUR independentemente do emissor; mais, por cada pessoa que reencaminhe o mail após vocês lho terem enviado, a Microsoft pagar-vos-á 243EUR. Após a 3ª pessoa que receber o mail, a Microsoft pagar-vos-á 241EUR.
Em duas semanas, a Microsoft entrará em contacto convosco para confirmação de endereço postal e envio do cheque.'

Ela ainda acrescenta: (LEIAM!)

Eu julgava que isto era uma burla, mas duas semanas após ter recebido e reencaminhado este mail, fui contactada pela Microsoft para dar o meu endereço. Recebi um cheque no montante de 24800EUR.' (?!!)

Deve responder antes que este teste termine, pois se alguém se pode permitir isto é bem o Bill Gates. Para ele, trata-se de uma despesa de comercialização e marketing.

Provavelmente, não cooperaríamos com eles se não houvesse qualquer compensação...

Ela conta ainda que a namorada do irmão recebeu um cheque de  4324,44EUR;

A tia de uns amigos que trabalha na Intel recebeu mais ou  menos o mesmo 4543,23EUR.

Diz ainda: Como vos disse, conheço bem a lei e isto é real. A INTEL e a AOL estão a negociar uma fusão para tornarem-se na companhia mais abrangente do mundo e certificarem-se da continuidade como o sistema operativo mais utilizado.

Este teste é uma experiência da INTEL e da AOL.'


Susana Cruz
Departamento de Operações
ESAF - Espírito Santo Activos Financeiros
Av. Álvares Cabral, 41
1250 - 015 Lisboa - Portugal"

Estes emails pretendem apenas recolher os endereços electrónicos epara envio de SPAM e virus. Servem também para vender pacotes de emails às empresas (maillists).

terça-feira, 5 de janeiro de 2010








Versão integral do audiolivro

"O Doce Veneno do Escorpião - O Diário de uma Garota de Programa"
de Bruna Surfistinha

Para quem ainda não ouviu o livro todo.

Nome do arquivo: O_doce_veneno_do_escorpiao_-Bruna_Surfistinha.mp3.rar
Descrição do arquivo: O doce veneno do escorpiao Livro Falado
Tamanho do arquivo: 67.23 MB
Duração: 1h 13m

Raquel Pacheco, mais conhecida pelo pseudônimo de Bruna Surfistinha


audiolivro, audiobook


download:

http://rapidshare.com/files/330888703/O_doce_veneno_do_escorpiao_-Bruna_Surfistinha.mp3.rar
-

domingo, 3 de janeiro de 2010

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Hoje o Joao foi cedo à praia com as crianças. Lá estava o Toné franzino, oleo por todo o corpo, brilhante como a carcaça de um carro acabado de receber o melhor tratamento. Toné estava acompanhado de duas bifas. Uma novinha, bem feita de corpo com uns pomos racimos insinuantes e rosada do sol. A outra, mais velha, rechonchuda e cara de quem muito come chips & grilled chicken. A noite está garantida para Toné e o destino está decidido: Albufeira pela noite fora à mistura com umas vodkas e caipirinhas e quem sabe, terminar no flat das suas amigas.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Joao está em férias no Algarve. Gosta de se levantar cedo e ouvir o canto dos pássaros. Acorda com o telemovel às 7 da matina e vai até à varanda donde aprecia o céu azul com um farripos de nuvens espalhados. Lá em baixo, na rua, ouvem-se os primeiros carros a passar. Também se podem avistar os verdadeiros desportistas que mesmo em ferias nao dispensam a sua corrida. Sao 8 da manha e. as criancas dormem. Joao vai comprar peixe. Sardinha assada para o almoco.

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Autoeuropa, considerada das fábricas mais competitivas do grupo VW

05.10.2005

Mas não ganhou o Marrakesh. O que é que falhou?

Não chega ser das melhores fábricas, em termos de competitividade, para ganhar a produção do Marrakesh ou qualquer outra viatura do grupo VW.

O sindicato alemão dos trabalhadores do sector ganharam a proposta ao baixar o preço de produção em cerca de 1.000 eur por unidade. Seria possível que tal tivesse ocorrido em Portugal? Parece-me um pouco difícil porque ainda agora os sindicatos exigem aumentos na ordem dos 5 por cento.

Tal não foi uma derrota para a fábrica de Palmela, mas antes um sinal de alerta. Existem muitas fábricas a lutar por novos modelos e algumas são muito boas, como Mosel e Bratislava. No mundo dos carros e dos negócios, não se ganha sempre. Entenda-se: o Marrakesh esteve sempre fora de questão, quanto à sua produção em Portugal.

Se o Marrakesh fosse produzido em Palmela teria um custo mais baixo que o de Wolfsburg. A decisão foi mais política do que económica.

Apesar de na Alemanha, os sindicatos serem intocáveis, observaram que se não fizerem este tipo de acordos vão perder no futuro, não só o Marrakesh, mas outros modelos. Os sindicatos alemães souberam ceder na altura certa. E os sindicatos portugueses? Ainda reclamam aumentos salariais na ordem dos 5 por cento?

Mesmo assim a operação ficou com um custo de produção mais caro em Wolfsburg em relação a Palmela.

O facto de a Autoeuropa surgir como alternativa a Wolfsburg foi considerada uma pressão junto dos sindicatos alemães.

A meu ver existe excesso de fábricas, excesso de produção e muitos modelos novos. Mas vamos continuar a observar a deslocalização as fábricas.

terça-feira, 23 de agosto de 2005

A suspeita

Já não é apenas sobre as opções da política fiscal que se colocam dúvidas sistemáticas. A suspeita inquinou todas as áreas da governação.

Sempre que o ministro das Finanças do Governo PS repetir que não vai haver aumento de impostos, a comunicação social não hesitará em esquecer as declarações anteriores e fazer da promessa uma notícia nova. A fatalidade existe, porque nesta, como em muitas outras matérias, a suspeição introduziu-se como um furúnculo na imagem que o Governo projecta para os cidadãos. Como na história de Pedro e do lobo, instalou-se a suspeita de que quem falta uma vez aos seus compromissos e à palavra dada está eternamente condenado a dar o dito por não dito, sempre que haja uma surpresa, algo de novo no enquadramento, ou uma simples tentativa de correcção de trajectória política. À semelhança do que tinha acontecido com Durão Barroso, o PS em campanha prometeu, apesar de haverem vozes discordantes dentro do partido, que não aumentaria impostos, mas não passou da promessa quando chegou ao Governo. Esse pecado original está a contribuir para que a mais sincera das propostas se transforme numa dúvida e logo depois numa suposta mentira.

Nos próximos meses, a capacidade de desfazer este elo entre a percepção e a realidade vai ser um dos mais urgentes desafios da governação. Porque já não é apenas sobre as opções da política fiscal que se colocam dúvidas sistemáticas. A suspeita alastrou a todas as áreas da governação. Os cidadãos duvidam da transparência com que se anuncia a OTA e o TGV, aliás estes dois temas não podiam vir em hora mais inoportuna da vida da nação, duvidam do avanço das reformas na administração pública, duvidam da capacidade de se cortar despesas do Estado, duvidam da independência dos ministros em relação aos interesses privados... Duvidam até que um Governo eleito com ampla maioria há apenas meio ano seja capaz de levar a legislatura até ao seu termo.

Não é possível mobilizar um país para os desafios que se perfilam no horizonte com tantas dúvidas e tantas suspeitas. José Sócrates e seus pares sabem-no convictamente. Não apenas pela experiência dos seus antecessores, mas também pela sensação de que, com este clima que aos poucos vai abafando a vida pública, se confunde a intriga com os factos reais, o essencial com o acessório.
Mas nem Sócrates nem os seus ministros tiveram até à data clarividência suficiente para corrigir a trajectória descendente. Pelo contrário, o Plano de Investimentos Prioritários (PIIP) destinado a injectar confiança através da veiculação da ideia de que, afinal, ainda há nervo (nervos...) para se fazer obra, transformou-se num desastre por falta de consistência e preparação. Depois, o PS continua incapaz de dar provas de garantir uma governação coerente, ponderada e com claro sentido de responsabilidade.

É neste enquadramento que se desenrola o episódio de Armando Vara, cuja nomeação o ministro das Finanças justificou estes dias ao Diário Económico com o seu perfil. Fernando Teixeira dos Santos "tinha a consciência de que a escolha de Vara seria polémica", mas nem isso o demoveu. Como se um governo com um duríssimo caderno de encargos não devesse contornar as polémicas estéreis e concentrar-se no essencial. Como se Vara fosse o homem providencial capaz de fazer milagres na Caixa Geral de Depósitos. A opção do ministro e de José Sócrates não revela coragem nem sentido de dever. Revela indiferença e sobranceria. Em vez de limpar as suspeitas que inquinam o ar, só as legitima.

sexta-feira, 15 de abril de 2005

O tumba! (iniciais de temos um motor de busca alternativo!) é um motor de busca que cobre a Web portuguesa, entendida como o conjunto dos sítios Web de interesse para a comunidade portuguesa, desenvolvido pelo Grupo XLDB do Laboratório de Sistemas Informáticos de Grande Escala (LASIGE) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).
Caixas negras nos Automóveis

Esta é uma das medidas que poderá entrar em prática em 2010 (será discutida no dia 23 de Maio pela Comissão de Transportes do Parlamento Europeu), com o intuito de combater a sinistralidade rodoviária.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

os meus programas favoritus:

Windows XP Professional + Windows XP Home Edition + Windows XP Pro Corporat + Windows XP Home Edition + Windows XP Pro Corporat + Nero Burning ROM Ultra + ZoneAlarm Pro Edition + Norton AntiVirus 2004 P + Windows XP oem home + Office XP 2001 + Adobe Photoshop 6.0 + WinZip 8.0 + Nero 5.5.7.2. + Easy CD Creator 5.0 Pla

Nero 6.6.0.3 Reloaded 2004-12-05 92% Nero 6.6.0.3 2004-12-05 92% Norton Antivirus 2005 %100 working 2004-12-09 30% Need for Speed Underground 2 2004-12-12 83% The Lord of the Rings: The Battle for Middle Earth *KEYGEN* 2004-12-10 56% Spyware Doctor V3 2004-12-05 45% The lord of the rings: the battle for middle earth 2004-12-10 84% Need For Speed Underground 2 2004-11-11 66% Ahead Nero Burning 6.6.0.3 Ultra Edition 2004-12-12 72% The Lord of the Rings - The Battle for Middle-Earth 2004-12-11 42% Microsoft Windows XP Professional ( Corp key ) 2004-11-30 62% Norton AntiVirus 2005 15 Day Trialware 2004-11-20 19% The Sims 2 2004-09-14 89% Ahead Nero Burning ROM Ultra Edition 6.6.0.3 2004-12-16 91% Microsoft Windows Xp Profesional Sp 2 2004-11-27 54% WinRAR 3.41 2004-11-06 72% Adobe Photoshop 8 (CS) 2004-12-12 39% Sid Meier's Pirates 2004-11-26 95% Ahead Nero Burning 6.6.0.3 Enterprise Edition 2004-12-12 75% Call of Duty - United Offensive (PC) 2004-12-02 76%

www.favoritus.net


quarta-feira, 5 de janeiro de 2005

Crie a sua garrafeira

Crie a sua garrafeira

Ao comprar vinho terá naturalmente que prever se o irá consumir brevemente ou se o irá guardar para mais tarde. Uma vez que a maioria do vinho comprado será para consumir num prazo relativamente curto, para a maioria dos consumidores é suficiente um pequeno suporte para garrafas. No entanto, se pretende guardar o vinho por mais tempo, é conveniente ter cuidados adicionais com as condições de armazenagem.

O espaço a utilizar depende naturalmente das suas disponibilidades e da quantidade de garrafas que pretende ter na garrafeira. Não limite o espaço ao número de garrafas que possui, reservando uma zona para compras futuras. Na escolha do local é necessário ter em atenção alguns factores importantes. O calor é o maior inimigo do vinho.

Temperaturas superiores a 21ºC aceleram a evolução do vinho podendo também "cozer" o vinho originando um aroma e sabor alterados. Para além do valor máximo da temperatura, são também importantes as amplitudes térmicas verificadas, bem como a taxa dessa variação.

Mudanças bruscas de temperatura originam variações na pressão na garrafa, forçando a rolha a sair e podendo originar algumas fugas permitindo, para além da saída de vinho, a entrada de ar que o irá oxidar com o consequente acastanhamento da cor e a alteração do aroma e sabor.

Assim, a garrafeira ideal deve ter uma temperatura constante entre 11 e 15ºC. As garrafas devem também estar de preferência no escuro protegidas da luz directa.

Outro parâmetro a ter em conta é a humidade. Alguns especialistas recomendam que se deva manter num valor próximo de 70% para evitar a desidratação das rolhas. No entanto, se mantiver as garrafas deitadas este problema é em princípio minimizado. Se deixarmos as garrafas em pé, as rolhas vão secando e vão contrair-se progressivamente levando à perda da estanquecidade. O local onde guarda as garrafas não deve estar sujeito a vibrações.


Prova do Vinho - O Aspecto

A visão é o primeiro sentido a ser solicitado na análise de um vinho. O exame visual normalmente considerado como o menos importante na análise sensorial pode dar-nos, logo à partida, uma série de indicações como por exemplo a idade do vinho, o estilo de vinho que iremos provar, etc.

Encha o copo até cerca de um terço da sua capacidade. Evite segurar o copo pelo seu corpo, pois assim para além de dificultar o seu exame visual, as suas mãos vão aquecer o vinho. Segure-o pela haste e incline-o ligeiramente sobre uma superfície branca (pode ser uma folha de papel) observando a variação de tons desde a zona com mais vinho até às paredes do copo onde a altura de vinho é menor. Para avaliar a intensidade da cor mantenha o copo na vertical e observe-o de cima também contra a superfície branca.

A limpidez do vinho é mais facilmente analisada se colocarmos o copo contra uma fonte de luz. A limpidez é uma característica que deverá ser exigida na maioria dos vinhos. Excepção feita a vinhos velhos que, na garrafa, poderão naturalmente formar algum sedimento. No entanto nestes casos deveremos ter o cuidado de proceder a uma decantação antes de servir o vinho. A cor poderá indicar-nos o estilo de vinho que vamos provar: nos brancos uma cor muito pálida, esverdeada, sugere um vinho de zonas frias, pouco encorpado, elegante, com boa acidez; vinhos brancos de cor mais intensa, mais amarelados sugere um vinho oriundo de zonas mais quentes, provavelmente mais encorpado, mais maduro, talvez fermentado em barricas de carvalho. Por outro lado, a idade do vinho pode também estar reflectida na sua cor.

Os vinhos mais evoluídos de colheitas menos recentes terão em princípio uma cor mais amarelada, com laivos acastanhados. O acastanhamento poderá no entanto ser devido a uma evolução precoce devido à falta de cuidados ou na adega ou no armazenamento das garrafas.

Nos vinhos tintos as cores variam do rubi ao retinto. Um vinho tinto de elevada qualidade não tem que ter obrigatoriamente uma intensidade corante muito elevada. A intensidade corante de um vinho está muito dependente das castas que lhe deram origem, pelo que é injusto penalizar um vinho simplesmente por ter uma cor mais aberta.

Muitos são os vinhos de qualidade internacionalmente reconhecida que são relativamente abertos de cor. Há semelhança dos vinhos brancos, também nos tintos a tonalidade acastanhada é sinónimo de evolução. Esta característica é mais facilmente avaliada nos bordos do copo onde a altura de vinho é menor.

Prova do Vinho - O Aroma
A análise olfactiva do vinho é o segundo passo na prova. Não tenha pressa para agitar o copo! Há compostos aromáticos muito delicados e muito voláteis presentes no vinho que facilmente desaparecem depois de o vinho ser vertido no copo.

Tente sentir estes aromas assim que o vinho é servido. Só então faça rodar o vinho no copo para que alguns compostos menos voláteis se "libertem". Fazer rodar o vinho no copo nem sempre é fácil. Se não tem prática, comece por deixar o copo sobre a mesa, segure a haste com o indicador e o polegar e sem levantar o copo da mesa rode-o em círculo no sentido dos ponteiros do relógio. Os canhotos tentem no sentido contrário. Levante agora o copo, segure-o pela haste e tente rodá-lo em circulo como fez atrás. Cuidado com a roupa! Com o treino vai ver que é simples, e a pouco e pouco vai deixando de mexer o braço e apenas o pulso vai trabalhar. Agora que já treinou sinta novamente os aromas do vinho. Tente descrever o que sente.

O mais importante é saber se gosta ou não. Alguns conhecedores descrevem os vinhos associando as sensações a sabores ou aromas familiares. Pode parecer-nos um pouco poético, mas é por um lado a forma de mais facilmente nos referenciarmos comparativamente a outras sensações e a outros vinhos. Por outro lado foram identificados no vinho os mesmos compostos responsáveis noutros produtos pelas sensações olfativas que nos dão. No entanto, a terminologia empregue é fundamentalmente um instrumento de organização das nossas sensações.

A variedade de terminologias é enorme. Algumas metodologias criaram famílias de sensações como por exemplo as do tipo floral, frutado, vegetal, animal, defeitos, etc. Determinadas sensações aromáticas são características específicas de castas. Um dos exemplos mais facilmente identificados é o caso da casta Moscatel.

A casta Cabernet Sauvignon é outra casta que marca bastante os vinhos ao nível aromático. Praticamente todas as castas têm características aromáticas mais ou menos intensas que as permite distinguir de outras com maior ou menor facilidade. É apenas uma questão de sensibilidade e de treino. Para além do impacto das castas nas características do vinho, há outros factores a ter em conta.

As condições de maturação da uva, as técnicas de vinificação adoptadas pelo enólogo, a idade do vinho, etc., são factores que vão ter influência no aroma do vinho. Um vinho branco novo poderá ter notas a alperce, pêssego, maçã verde enquanto que num vinho branco mais velho podem começar a notar-se frutos secos e eventualmente o tabaco ou folhas secas.

Um vinho tinto novo dá-nos sensações frutadas mais ou menos intensas do tipo framboesa ou cassis enquanto que se deixarmos esse vinho alguns anos em garrafa o seu aroma poderá evoluir para sensações a cogumelos, tabaco, especiarias, contribuindo para uma maior complexidade aromática.

Prova do Vinho - As Sensações Gustativas

Finalmente a fase mais desejada! Podemos ser atraídos pela imensidão de cores nos vinhos e seduzidos pelos aromas mais delicados mas só somos verdadeiramente conquistados quando sentimos um grande vinho na boca com a sua elegância ou a sua pujança, a vivacidade da sua juventude ou a complexidade da sua maturidade. É aqui que culmina a sua apreciação. É agora que decidimos incluir este vinho no grupo dos grandes ou por outro lado no grupo dos vulgares. Recordemos que na boca o vinho não actua somente sobre as sensações gustativas mas também sobre as olfactivas - o chamado aroma rectro-nasal - que são sentidas pela ligação da boca ao nariz.

À partida poderá parecer que a prova na boca será a mais fácil, já que normalmente não estamos tão despertos para as sensações olfactivas. No entanto, provar é muito diferente de beber. É uma diferença equiparada entre ver e observar. A prova exige concentração e a adopção de um método e uma técnica. Vamos a isto! Leve o copo à boca tomando uma porção suficiente para fazer circular o vinho na boca, mas não demasiado que o obrigue a engolir de imediato. A circulação do vinho na boca é fundamental para que o vinho atinja as papilas gustativas que estão localizadas na língua. Há zonas responsáveis pelos diferentes tipos de sensação. O sabor ácido é normalmente mais intenso nos vinhos brancos que nos tintos e é responsável por uma sensação de frescura. A acidez está dependente, para além da casta, do clima e do tipo de solo onde está plantada a vinha.

limas e solos mais quentes e secos originam vinhos menos ácidos, por vezes mesmo deficientes, tornando os vinhos "chatos". Zonas mais frescas dão vinhos mais ácidos - veja-se o caso dos Vinhos Verdes comparativamente aos vinhos do Alentejo. A principal razão de os vinhos tintos terem normalmente uma acidez superior à dos vinhos brancos é que a maioria dos tintos sofre a fermentação maloláctica reduzindo a sua acidez.

Em relação à acidez temos que distinguir dois tipos de acidez no vinho. A que temos estado a abordar é a acidez fixa originada pelos ácidos naturais da uva, em especial o tartárico. Outra acidez é a volátil originada pelo ácido acético que é produzido em pequenas quantidades durante a fermentação. No entanto, o vinho pode sofrer uma alteração bacteriana levando à produção de quantidades mais elevadas de ácido acético podendo conduzir em casos extremos à azedia do vinho. Felizmente, hoje em dia é muito raro comprarmos um vinho nestas condições, mas este problema pode surgir em nossas casas quando demoramos alguns dias a beber uma garrafa de vinho, uma vez que o vinho em contacto com o ar (leia-se oxigénio) está nas condições ideais de crescimento destas bactérias de alteração.

O álcool (etanol) é outro elemento fundamental na prova. O teor presente no vinho está principalmente dependente das condições de maturação das uvas. Uvas bem maduras originam vinhos mais alcoólicos. Esta condição não é tão linear nos vinhos licorosos, em que o seu teor alcoólico é determinado pela quantidade de aguardente adicionada na vinificação. O álcool dá uma sensação de doçura tendo um papel muito importante no equilíbrio global do vinho.

A concentração e a qualidade dos taninos presentes no vinho tinto é outro factor importante na degustação. Os taninos dão uma sensação desagradável de adstringência especialmente notada nos vinhos novos. Com a evolução e o estágio os taninos evoluem para sensações mais macias e aveludadas. Os taninos, sendo compostos presentes na película e graínha da uva só estão presentes em quantidades significativas nos vinhos tintos uma vez que ao contrário dos brancos a sua vinificação é feita por maceração das películas. Embora estes factores possam e devam ser avaliados por si só durante a prova, o mais importante para a qualidade de um vinho é o equilíbrio destes elementos, pois nenhuma destas sensações deverá estar demasiado evidente em relação às restantes.

Ainda não terminámos! Outro elemento importante na prova é o chamado fim de boca. É a sensação que se prolonga entre poucos segundos a vários minutos após engolir o vinho. Este é um importante indicador da qualidade do vinho. Bons vinhos têm um fim de boca longo ou prolongado ao contrário de vinhos vulgares que são "curtos". Um fim de boca prolongado é normalmente um indicador de bom potencial de envelhecimento.

A qualidade de um vinho deve ser avaliada pelo equilíbrio de todos os componentes, pois o destaque de uma das sensações ácido ou álcool, por exemplo, traduz-se num vinho desequilibrado e assim menos agradável. Por outro lado, a perspectiva de qualidade não deve ser vista apenas no momento actual, pois um vinho pode ser practicamente imbebível hoje, mas ter um grande potencial de envelhecimento, dando um vinho excepcional ao fim de 5 ou 10 anos.




Conheça as principais castas

CASTAS BRANCAS PORTUGUESAS

Alvarinho

É o símbolo da forte união que existe entre o Minho e a Galiza. Do lado de cá chamam-lhe portuguesa, do lado de lá chamam-lhe galega. Provavelmente é luso-galaica. É considerada a raínha das castas do Vinho Verde, embora os grandes vinhos a que dá origem sejam, basicamente, maduros. É a única casta autorizada na produção de Vinho Verde varietal. A forte personalidade que imprime aos vinhos, com notas de frutos cítricos onde predominam a laranja, torna-os muito apreciados quando jovens. Mas vale a pena experimentar os Alvarinhos com vários anos! A boa acidez que apresentam associada ao alto teor de álcool, permite-lhes evoluir muito bem em garrafa, ganhando grande complexidade e prolongamento na boca.

Antão Vaz

A casta Antão Vaz é tradicional nos vinhos brancos do Alentejo. Os vinhos produzidos com base nesta casta apresentam boa estrutura mas carecem frequentemente de alguma frescura. Esta é a razão pela qual está, em muitos casos, associada à casta Arinto que contribui com uma acidez mais elevada. Esta associação é a base de alguns dos melhores vinhos brancos do Alentejo.
Os vinhos elementares de Antão Vaz têm habitualmente um aroma exuberante, fino e persistente, característico da casta. São vinhos com elevado teor alcoólico e encorpados.

Arinto

O Arinto é o símbolo da região de Bucelas, sendo a casta dominante dos vinhos desta região. Os famosos vinhos brancos velhos de Bucelas devem a sua longevidade a esta casta. A sua elevada acidez fez dela uma casta melhoradora em muitas outras regiões do País, em especial no Alentejo e Ribatejo onde os vinhos carecem, por vezes de alguma frescura. É ainda uma casta importante nos Vinhos Verdes (onde é conhecida como Pedernã), Douro (designada Pedernão), e Ribatejo, sendo considerada por muitos como das nossas melhores castas brancas. Mesmo em zonas quentes como o Alentejo, o vinho estreme de Arinto mostra-se acídulo e com frescura. Embora tenha uma acidez elevada tem um sabor delicado e um aroma floral. Á semelhança de algumas castas brancas internacionais, produz bons resultados quando fermentada em barricas de carvalho. Com a evolução em garrafa desenvolve notas citrinas e resinosas, que deram fama aos brancos velhos de Bucelas.

Bical

Bical ou Borrado das Moscas é uma casta branca cultivada principalmente nas regiões da Bairrada e do Dão. Esta casta é temporã e generosa a produzir, sendo, por isso, muito apreciada pelos viticultores. Apesar de não ser muito aromática, tem aromas frutados muito finos e elegantes, que, quando são respeitados os preceitos da boa vinificação, originam vinhos muito agradáveis e distintos.

Encruzado

É considerada por muitos enólogos a casta branca mais nobre do Dão e uma das mais notáveis castas portuguesas. A casta Encruzado, ao contrário da maioria das castas brancas, origina vinhos que evidenciam as suas melhores qualidades só ao fim de algum tempo de estágio. São normalmente vinhos com teor alcoólico elevado, possuidores de grande longevidade, mantendo uma frescura e equilíbrio notáveis, evoluindo para uma complexidade aromática muito interessante. São normalmente marcados por aromas que lembram o pimentão verde, podendo notar-se com a evolução aromas a frutos secos, compotas e um toque resinoso. Esta casta é por vezes fermentada em barricas de carvalho, acentuando esta mesma complexidade com notas abaunilhadas.

Sercial

O Sercial do Dão é diferente do da Madeira e, pensa-se, diferente daquele produzido no Douro e Bairrada. Por isso, quando se fala em Sercial é mais legítimo pensar numa família de castas com um grau de parentesco elevado.
É uma casta que produz generosamente apesar de ser tardia. Esta característica confere aos vinhos uma acidez significativa, tornando-a uma casta melhoradora nos lotes em que abundam as uvas excessivamente maduras.

CASTAS BRANCAS INTERNACIONAIS

Chardonnay

Chardonnay é uma palavra mágica no mundo dos vinhos brancos. Há tantos, e tão bons brancos feitos com esta casta, que para muitos entusiastas não vale a pena pensar noutras. A personalidade que imprime aos vinhos - reconhecida por qualquer enófilo mesmo principiante - associada a uma boa produtividade e a um grande poder de adaptação às condições climatéricas mais adversas, justificam o seu sucesso em todo o Mundo. O seu estilo elegante atinge a máxima expressão nos famosos Chablis e Montrachet e alguns Champanhes, não obstante a excelência que americanos, australianos, chilenos e, mesmo, portugueses, conseguiram com esta casta. Os aromas dos vinhos de Chardonnay lembram frequentemente maçã, melão e figo, ou ainda mel, uva ou pêssego, conforme sejam vinhos provenientes de zonas mais frias ou de zonas mais quentes.

Riesling

O que lhe falta em tamanho do cacho e do bago sobra-lhe em grandeza aromática e elegância. È, muito justamente, uma das grandes castas do Mundo, que os alemães e os franceses da Alsácia souberam elevar à máxima expressão.
O seu aroma é normalmente caracterizado por notas florais, minerais e de mel.
Deliciosos em jovens, estes vinhos podem ainda melhorar ao longo de vários anos devido a uma acidez e extracto elevados, ganhando grande complexidade.

Sauvignon Blanc

É uma casta inconfundível, onde a intensidade aromática, com notas minerais e vegetais, é do agrado de muitos consumidores. Porém, muitos outros acham-na enjoativa devido ao excesso de perfume que os seus vinhos exalam. Os vinhos do vale do Loire, nomeadamente Poully Fumé e o Sancerre são os mais famosos, aproximando-se, por vezes, do sublime. Actualmente considera-se que na Nova Zelândia se produzem brancos desta casta ao nível dos melhores do Mundo, devido ao seu carácter vegetal - espargos verdes - que confere grande elegância e equilíbrio.

CASTAS TINTAS PORTUGUESAS

Aragonês, Tinta Roriz

É uma das castas tradicionais de Portugal de maior qualidade, razão pela qual se tem assistido nos últimos anos a um aumento significativo da sua área de plantação. É cultivada principalmente nas regiões do Douro, Dão e Alentejo. Em Espanha, onde é conhecida por Tempranillo, muitas são as regiões vinhateiras onde é a casta nobre por excelência. As suas características parecem estar fortemente dependentes do rendimento. Quando produz muito os vinhos podem ser abertos de cor com sabores lenhosos e herbáceos, enquanto que com produções baixas pode originar vinhos ricos de cor, aromas intensos com notas de framboesa e especiarias, muito encorpados e com grande longevidade. Por vezes tem uma acidez baixa sendo necessário lotá-lo com outras mais ácidas ou corrigindo a sua acidez. São vinhos que se destacam mais pela elegância e distinção do que pela concentração e poder. Suporta bem e pode melhorar com o estágio em barricas de carvalho.
Esta casta é ainda muito importante na produção do vinho do Porto.

Tinta Miúda

A casta Tinta Miúda foi uma das mais importantes nos encepamentos da Estremadura e em algumas regiões espanholas, como a Rioja, onde é conhecida por Graciano. A sua baixa produção contribuiu para o desencanto dos viticultores que a foram substituindo por castas mais produtivas. As sua boas qualidades enológicas têm incentivado a recuperação desta casta quer em Portugal quer em Espanha. Os vinhos a partir dela produzidos possuem um aroma intenso e delicado, habitualmente ricos em taninos e em extracto contribuindo assim para uma boa evolução em garrafa e, também, para uma certa longevidade.

Touriga Nacional

Esta casta é sem dúvida a mais badalada actualmente na enologia portuguesa. A área destinada á Touriga Nacional tem crescido de uma forma impressionante nos últimos dez anos. A razão desta "Tourigomania" é a qualidade dos vinhos a que dá origem. Carregados de cor, com aroma característico a caruma de pinheiro, a flores silvestres, como a esteva, e frutos silvestres, como as amoras, mirtilos e groselha. Com uma concentração notável em extracto e taninos, são vinhos que impressionam mesmo os apreciadores mais distraídos. Esta casta é tradicional das regiões do Dão e do Douro, sendo nesta última importante ingrediente dos vinhos do Porto. Na Austrália e Califórnia podemos também encontrar vinhas de Touriga Nacional destinadas, especialmente, á produção de vinhos licorosos. O estágio dos vinhos em barricas novas de carvalho é especialmente indicado para este tipo de vinhos, tornando-os mais macios e equilibrados, mantendo um elevado potencial de envelhecimento.

Trincadeira Preta

A casta Trincadeira Preta está distribuída por praticamente todo o país, sendo talvez a mais difundida em Portugal. No entanto é no sul que estão os vinhos desta casta que mais se têm distinguido nos últimos anos. É normalmente uma casta de produções generosas. No Douro é conhecida por Tinta Amarela, entrando na composição do vinho do Porto. Esta casta origina vinhos carregados na cor, com um aroma frutado associado a um toque herbáceo característico, que se acentua significativamente no sabor. São vinhos com bom corpo e muito boa estrutura tanínica. Com o estágio o vinho torna-se macio e aveludado. Envelhece bem em madeira de carvalho.

CASTAS TINTAS INTERNACIONAIS

Cabernet Sauvignon

Esta é a casta mais espantosa do mundo vitícola pela capacidade de adaptação a uma grande variedade de climas e solos, mas sobretudo pela qualidade superior dos vinhos que origina na maior parte das regiões vitícolas. Tornou-se, sem dúvida, o grande símbolo dos vinhos tintos, principalmente se tivermos em conta que as regiões mais famosas de Bordéus, como Médoc e Graves, tem na casta Cabernet Sauvignon o principal ingrediente dos seus melhores vinhos. Nestas regiões o Cabernet Sauvignon é, normalmente lotado com Merlot, Cabernet Franc e por vezes Petit Verdot em percentagens variáveis consoante o estilo de cada empresa. Alguns apreciadores consideram que os vinhos que se propõem ser "grandes vinhos" devem ter, sempre, Cabernet Sauvignon. A sua elevada concentração em cor e taninos contribui de forma fundamental para a estrutura e longevidade dos vinhos que origina. Os seus aromas lembram o cedro, groselha e especiarias, em especial a pimenta preta. Os vinhos desta casta têm grande aptidão para o estágio em barricas novas de carvalho, que confere ao aroma um toque abaunilhado, para além de amaciar os taninos mais irreverentes, tornando o vinho mais aveludado.

Merlot

A elegância e distinção da casta Merlot fazem dela uma das mais famosas do Mundo. Embora seja uma casta que origina principalmente vinhos de lote, entra em 95% na composição de um dos vinhos mais caros do mundo, o Château Pétrus da região de Pomerol (Bordéus). Á semelhança da casta Cabernet Sauvignon, a Merlot tem também uma boa capacidade de adaptação a diferentes condições edafo-climáticas estando difundida por várias regiões do globo. A sua estrutura mais delicada não permite que, como vinho elementar, tenha a longevidade dos vinhos de Cabernet Sauvignon, apesar da grande complexidade que podem atingir com o envelhecimento em garrafa. O aroma é normalmente caracterizado por possuir notas de cereja e groselha podendo, ainda, lembrar o café torrado.

quinta-feira, 11 de novembro de 2004

As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram Novo Reino,
que tanto sublimaram;

Os Lusíadas
Luis Vaz de Camões
Quem são os visitantes da minha página?
É com muito agrado que verifico que os visitatantes de www.favoritus.net se distribuem pelo planeta. Mas afinal o que é o www.favoritus.net ?
Na realidade procuramos agregar por diversas àreas de interesse artigos de opinião, links, imagens, etc
No entanto e de acordo com os visitantes desta página se conclui que o tipo de escrita nesta página deverá ser cada vez mais global.
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Criação de página pessoal

Página pessoal

Para criar uma página pessoal não é preciso ter conhecimento de programação nem de linguagem HTML. Algumas aplicações podem dar uma ajuda para assegurar a sua presença na Internet bastando seguir indicações simples.

Para criar um site pessoal da Web não precisa de recrutar os serviços de um Web designer, dado que certos programas e funcionalidades têm vindo a tornar desnecessário possuir conhecimentos de programação em HTML ou ser especialista em design gráfico. Qualquer utilizador pode colocar o seu "espaço virtual" na Internet, desde que não pretende algo muito elaborado ou potente. Para tal, basta recorrer a ferramentas de simples utilização, embora se possa manter a possibilidade de escrever manualmente as páginas.

Um site da Web é apenas um grupo de ficheiros alojado num servidor Web, isto é, um computador que está permanentemente ligado à Internet e que corre uma aplicação que permite que qualquer utilizador, também conectado à Rede, transfira ficheiros desse servidor para o seu próprio computador.

Quando se visita um site da Web, está-se na verdade a enviar uma mensagem a um servidor Web - que pode estar localizado fisicamente em qualquer parte do mundo -, solicitando-lhe que nos envie um certo conjunto de ficheiros, normalmente texto e imagens. Estes ficheiros são exibidos pelo nosso browser.

A não ser no caso de portais empresariais, a escolha mais óbvia será fazer outsourcing ou subcontratar as necessidades de alojamento na Web. O utilizador apenas necessita de alugar espaço num servidor da Web num serviço de alojamento ou Internet Service Provider (ISP). Basta fornecer o material e eles disponibilizam-no na Web, mediante o pagamento de uma quantia mensal ou mesmo gratuitamente.

Os serviços de alojamento apresentam diferentes ofertas em termos de espaço, preços e níveis de competência. O ISP que aloja o seu site da Web poderá ser o mesmo que utiliza para aceder à Internet - como a Telepac, o Sapo, o Clix ou o IOL -, com a vantagem de nesse caso o espaço fornecido ser gratuito, mas não é obrigatório recorrer a estes ISPs. Existem várias empresas também especializadas no fornecimento gratuito de espaço para páginas da Web, como a GeoCities do Yahoo!, o Tripod da Lycos ou o Terravista.

Contudo, as funcionalidades oferecidas pelos serviços gratuitos são bastante básicas, sendo concebidas para pessoas com páginas pessoais da Web. Estas empresas aceitam o material nos termos dos seus procedimentos e regras, e a quantidade de espaço e largura de banda que disponibilizam é limitada. A maior parte dos serviços gratuitos obrigam à visualização de janelas popup publicitárias de cada vez que se acede à página, o que é bastante aborrecido para os visitantes.

Toda a página Web utiliza HTML (HyperText Markup Language), uma linguagem de descrição dos componentes da página que permite criar páginas de texto, imagens e outros elementos que podem ser visualizados através de um browser. Ao utilizar esta linguagem, pode criar páginas de texto com vários tipos de formatação, semelhante àquelas criadas com um processador de texto como o Microsoft Word ou um programa de paginação. Pode-se ainda incluir hiperlinks, que conduzem o cibernauta a qualquer tipo de ficheiro e em qualquer lugar.

Tendo em conta que se pode aceder à Web a partir de qualquer sistema operativo ou dispositivo electrónico, desde um PC a um telemóvel, passando por uma set-top box ou televisão e o número infindável de browsers disponíveis, um criador de uma página Web nunca pode ter a certeza de como é que o seu material irá ser visualizado.

Para complicar as coisas, as duas maiores produtoras de browsers, a Microsoft e a Netscape, aumentaram intencionalmente as diferenças entre os seus programas de forma a que as páginas concebidas para um browser possam não ser correctamente visualizadas noutro. Por isso, deve sempre pensar sobre qual a audiência que pretende captar para o seu site e tomar em conta as limitações tecnológicas quando estiver a criar as suas páginas. As tecnologias mais recentes e atractivas da Web tendem a não funcionar em sistemas antigos ou pouco poderosos. Na Web, quanto menos exuberante e pesado for um site, melhor. O HTML não foi concebido originalmente a pensar no layout de páginas e as suas primeiras versões ofereciam muito poucas ferramentas de formatação. Versões posteriores da linguagem acrescentaram mais capacidades. As limitações do HTML impulsionaram o surgimento de várias outras linguagens e sistemas que permitiam o fornecimento de texto, gráficos e até áudio de várias formas. Algumas destas, como o Javascript, são integradas nas mais recentes versões dos browsers, ao passo que outras, como o Flash ou Shockwave, requerem o download de um plugin.

Apesar de os ficheiros de HTML serem apenas texto, podendo ser elaborados recorrendo a qualquer processador de texto, esse processo é uma tarefa desnecessária nos dias de hoje por várias razões. Existem vários editores de HTML que oferecem uma série de ferramentas que aceleram a criação de páginas. O NotePad e o Macromedia HomeSite são alguns dos mais conhecidos, estando disponíveis em versões gratuitas ou de avaliação, para além da edição comercial.

Estes editores de HTML consistem num mero processador de texto que tem uma série de atalhos e modelos para as tarefas mais comuns de edição de HTML, possibilitando clicar num pequeno botão por cada comando de código mais comum, sem necessidade de escrevê-lo manualmente. Mas hoje em dia, ferramentas de Web design como o Microsoft FrontPage ou o Macromedia Dreamweaver, permitem conceber páginas sem recorrer a qualquer código, como se se tratasse de um editor do estilo de layout de páginas. Estes programas são bastante fáceis de usar, permitindo a criação de um site em menos de uma hora.

Para os mais apressados e que apenas têm interesse em criar uma presença online mínima, vários ISPs bem como centenas de outras companhias, disponibilizam guias ou wizards para a criação de páginas já formatadas e com um estilo próprio, com base em formulários ou módulos adequados ao assunto e cariz do site e tendo em conta o nível de conhecimentos do criador. Pode ainda utilizar um processador de texto como o Word para criar uma página, tal como se se tratasse de um documento normal formatado.

Agora que já ficou a conhecer todas as ferramentas ao seu dispor, mãos à obra.

www.favoritus.net

segunda-feira, 2 de agosto de 2004

O sexo explicado por um miúdo de 7 anos

O pequeno John tem sete anos e como todos os miúdos da sua idade é bastante curioso.
Tendo ouvido falar sobre a arte de cortejar, ficou bastante intrigado sobre o que seria e como se faria; resolveu levar esta questão à mãe, que ficou muito atrapalhada e em vez de lhe explicar, disse para se esconder atrás da cortina e visse a sua irmã e o namorado.
Assim fez, e na manhã seguinte contou tudo o que tinha visto:
"Mãe, a Susie e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraça-la. A Susie deve ter começado a ficar doente visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deu por isso e colocou-lhe a mão dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontra-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração.
A outra mão dele devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Susie, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer-lhe que se sentia muito quente. Por fim consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença; Uma enguia que tinha saltado das calças dele e deveria ter uns 17 cm de comprimento. Juro! De qualquer forma ela agarrou-a para impedir que fugisse. Quando a Susie realmente viu o que tinha agarrado, começou a ficar muito assustada porque os olhos dela ficaram arregalados, abriu a boca e começou a chamar por Deus e outras coisas assim. Disse-lhe também que era a maior que já tinha visto até então. (Tenho um dia de lhe falar daquelas que já vi pescar no lago...) Nessa altura a Susie ficou brava e tentou mata-la comendo-lhe a cabeça. Subitamente ela fez um barulho e deixou-a fugir, pegou-lhe novamente com as duas mãos, enquanto ele foi ao bolso buscar um saco, para evitar que a enguia voltasse a escapar. A Susie deitou-se então para trás e abriu as pernas de forma a formar uma prisão para a enguia, enquanto ele tentava ajuda-la deitando-se por cima dela. Mas a enguia dava uma luta dos diabos. A Susie gemia, chorava e o namorado quase que virava o sofá.
Eu penso que eles estavam a tentar esmagar a enguia entre eles. Passado um bocado, ambos continuavam a gemer, a mexer e deixaram fugir um grande suspiro. O namorado dela levantou-se e por certo tinham morto a enguia. Eu sei que estava morta, porque a vi dependurada. A Susie e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se a confortar-se um ao outro. Para a animar ele começou a beija-la, e diabos se a enguia, que estava morta, não voltou a saltar, e a luta recomeçou novamente. Eu penso que as enguias são como os gatos, têm sete vidas ou mais! Desta vez a Susie saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de 35 minutos acabaram finalmente por mata-la. Eu sei que ela desta vez morreu, porque vi o namorado a esfola-la e a deitar-lhe a pele pela retrete a baixo.

quinta-feira, 29 de julho de 2004

CELEBRIDADES EM ASCENSÃO
www.melroze.com

CELEBRIDADES QUE JÁ FORAM PRESAS
www.thesmokinggun.com/mugshots/

ANIVERSÁRIOS DOS FAMOSOS
( que tal colocar a data de aniversário de um famoso a seguir à assinatura digital? ) www.famousbirthdays.com/

DESAPARECIDOS (com fotos e tudo)
www.policiajudiciaria.pt

OS DUPLOS DAS CELEBRIDADES
www.celebrity-doubles.com
"A estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência.
A inteligência tem limites, a estupidez não..."

A estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência

"A estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência.
A inteligência tem limites, a estupidez não..."
Mulher do ponto de vista químico!
Fórmula química da mulher!

Elemento: Mulher
Símbolo: Mu
Descobridor: Adão
Peso Atómico: Aceite como 50 kg, mas é sabido que varia de 45 a 92 kg.
Ocorrência: Quantidade excedente em toda a área urbana.

COMPOSIÇÃO
10% Peitos
10% Coxas
50% Pensamentos Vagos
30% Roupas

PROPRIEDADES FÍSICAS
  1. Superfície geralmente recoberta por revestimento colorido.
  2. Ferve por nada, congela sem razão.
  3. Derrete se submetida a tratamento adequado.
  4. Amarga se usada incorrectamente.
  5. Alta perigosidade se manuseada por mãos inábeis.

 

PROPRIEDADES QUÍMICAS

  1. Possui afinidade com ouro, prata, platina e pedras preciosas.
  2. Capaz de absorver grandes quantidades de substâncias caras (roupas, jantares, casas, carros...).
  3. Pode explodir espontaneamente.
  4. Extremamente barulhenta quando encontrada em grupo.
  5. Insolúvel em líquidos, mas com actividade aumentada por saturação em álcool.
  6. Cede à pressão quando aplicada em pontos correctos.

UTILIDADES GERAIS

  1. Altamente ornamental, especialmente em carros desportivos, iates e piscinas.
  2. É o mais poderoso agente redutor de dinheiro que se conhece.
  3. Pode ser de grande ajuda para relaxamento.
  4. Muitas vezes, quando usada correctamente, pode lavar, cozinhar, passar e buscar chinelos e jornal para o Dono da casa.
  5. Ideal para elevar espíritos deprimidos, bem como para deprimir espíritos elevados.

O QUE FALTA NA SUA ESTRUTURA

  1. Botão de ON/OFF.
  2. Botão de volume.
  3. Controlo Remoto.

tinta permanente - João Pires - "fumo sem fogo"

fumo sem fogo


As celebridades estão a ser convidadas por uma empresa tabaqueira norte-americana para "adoptarem" a sua marca de tabaco, com direito a tabaco vitaliciamente. No entanto parece que ainda não conseguiu volutários até à data.
Circulava eu pela net atrás de um endereço de correio electrónico, quando vou parar a uma prestigiada tabaqueira de reconhecido nome internacional e vejam só quais as novas politicas:
- Não querem que as crianças fumem  ??

Criança de dois anos fumando


Será que podemos acreditar nisso? Na realidade a população em geral esperaria que as tabaqueiras agissem dessa forma, mas será necessário estar vigilante no tocante a essas políticas.
No passado tivemos o tabaco como simbolo de virilidade, associados às estrelas do cinema. Depois foram os refrigerantes a espalhar o novo "status" Logo a seguir veio a comida rápida
e agora:
Temos os primeiros passos da comida lenta.
Voltando ao tema central, o tabaco foi um acessório de moda, mas o vício ficou. Assim, as crianças nunca poderão ser colocadas em questão em relação ao tabaco, sob ameça de nunca se livrarem dele durante toda a vida.
As tabaqueiras não precisam de fidelizar os seus clientes: eles fidelizam-se por si só! O mais difícil é começar.
Seria bom mesmo que as estrelas do cinema e outras celebridades não aceitassem definitivamente a inovadora promoção da tabaqueira que insiste em oferecer tabaco vitaliciamente. O tabaco já não está na moda. Aliás é uma grande chatice ter que acordar a meio da noite e sair à rua para comprar um maço de tabaco ou termos os vizinhos no trabalho, no café, no restaurante ou noutros locais a olharem de soslaio para o fumo errante do nosso tabaco.
Será mesmo uma dependência ter que riscar um fósforo para acender o próximo cigarro ? Não será já uma atitude mecânica e irreflectida ?
Aqui vai uma sugestão:

Fumem cachimbo !! 
Mas antes considerem outra hipótese:
O país sem fumo por um dia.
Gosto de imaginar um dia o país sem fumo... de tabaco. Quantos aos outros fumos, fica para outro dia.
Depois passem à descoberta do cachimbo. Sim, esse tem um ritual muito próprio, nada conveniente em algumas situações, e condida ao fumo reflectido.


Veja também

blogs lusitanos famosos
http://andrade-alexandre.planetaclix.pt/1bsk.htm http://bomba-inteligente.blogspot.com/ http://dicionariodiabo.blogspot.com/ http://gatofedorento.blogspot.com/

directorio blog
http://blogo.no.sapo.pt/ http://bloconotas.blogspot.com/ http://blogo.no.sapo.pt/ http://www.omeudiario.net/ptbloggers/ http://blogo.no.sapo.pt/geral/actualidade.htm

Fernão Magalhães - navegador português

Fernão Magalhães

O português que descobriu a passagem marítima do Atlântico para o Pacífico não concluiu a viagem de circum-navegação que iniciara ao serviço da coroa de Espanha. Mas ficou para a história.  A 8 de Setembro de 1522, chegava a Sevilha uma nau com 18 tripulantes. Estes homens tinham zarpado do mesmo porto, mais de três anos antes, à descoberta de uma passagem de ocidente para oriente - eram os poucos sobreviventes da armada de Fernão de Magalhães. 

O navegador português serviu durante nove anos nos mares do Oriente, ajudando à conquista de vários territórios, incluindo Malaca, subjugada por Afonso de Albuquerque em 1511. De regresso a Lisboa, em 1514, viu recusado pelo rei D. Manuel o seu pedido de aumento da tença anual. Partiu para Espanha e ofereceu os seus préstimos a Carlos I de Espanha (futuro imperador Carlos V). 

Aliciado pela perspectiva de atingir as ilhas das especiarias por ocidente, o monarca cedeu ao navegador português as naus e equipagem para o intento. Segundo os seus cálculos, e dos irmãos Faleiro, as Molucas encontravam-se na metade do mundo que, pelo tratado de Tordesilhas, cabia à coroa de Castela; os cosmógrafos portugueses garantiam mesmo que a cerca de 40 graus de latitude a sul do Brasil, havia uma passagem do oceano Atlântico para os mares do Sul. Durante um ano foi preparada a armada, composta pelas naus Trinidad, San Antonio, Concepción, Victoria e Santiago. 

A frota contava com cerca de 240 tripulantes de várias nacionalidades, entre os quais o italiano António Pigafetta, que deixaria um relato completo da viagem de Magalhães. Segundo ele, no relato publicado por Neves Águas, o português partiu de Sevilha rumo às Canárias a 10 de Agosto de 1519, seguindo depois até à costa da Guiné, "resolvido a abrir um caminho que nenhum navegador conhecera até então". 

Rumaram depois ao Brasil, atingindo o Rio de Janeiro no início de Dezembro, onde ficaram 15 dias, ao fim dos quais Pigafetta testemunha: "Costeámos o país até 34º 40' de latitude sul, onde encontrámos um grande rio de água doce". Era o rio da Prata, onde "habitam os canibais, ou comedores de homens", que os navegadores julgavam poder ser a tão almejada passagem para o Oriente.
Falando sobre conflitos de gerações, o médico inglês Ronald Gibson começouuma conferência citando quatro frases:
  1. "A nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, despreza a autoridade enão tem o menor respeito pelos mais velhos. Os nossos filhos hoje sãoverdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra,respondem aos pais e são simplesmente maus."
  2. "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventudede hoje tomar o poder amanhã, porque esta juventude é insuportável,desenfreada, simplesmente horrível."
  3. "O nosso mundo atingiu seu ponto crítico. Os filhos não ouvem mais ospais. O fim do mundo não pode estar muito longe."
  4. "Esta juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens sãomause preguiçosos. Eles nunca serão como a juventude de antigamente... Ajuventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura."Após ter lido as quatro citações, ficou muito satisfeito com a aprovaçãoqueos espectadores davam às frases.Então, revelou a origem delas:- a primeira é de Sócrates (470-399 a.C.)- a segunda é de Hesíodo (720 a.C.)- a terceira é de um sacerdote do ano 2000 a.C.- a quarta estava escrita em um vaso de argila descoberto nas ruínas daBabilónia e tem mais de 4000 anos de existência.

favoritus