"Se Portugal não tem juízo, o FMI acaba por vir"
De acordo com entrevista à agência Lusa, o senhor FMI português, Manuel Jacinto Nunes, o homem que há meio século negociou a adesão portuguesa à instituição, alertou que se
Portugal "não tem juízo" o fundo vai acabar por intervir, e com "mão de ferro". Ele saberá muito bem o que quer dizer "mão de ferro", o que certamente será partilhado pelos mais experientes da vida.
tinta permanente. Escrita criativa com leitura, um bloco de notas à mão, música, cafés e exercício físico. Uma notícia, uma revista, um folheto ou uma imagem.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Produção automóvel cresce em Outubro
A produção automóvel cresceu, em Outubro, 22% relativamente ao mês homólogo anterior. Em Portugal no passado mês foram produzidos 14.982 veículos automóveis.
A Autoeuropa pretende chegar às 100.000 viaturas ainda este ano. Talvez o seu objectivo tenha ficado comprometido com a Greve Geral do passado 24 de novembro. A ver, a ver...
A produção automóvel cresceu, em Outubro, 22% relativamente ao mês homólogo anterior. Em Portugal no passado mês foram produzidos 14.982 veículos automóveis.
A Autoeuropa pretende chegar às 100.000 viaturas ainda este ano. Talvez o seu objectivo tenha ficado comprometido com a Greve Geral do passado 24 de novembro. A ver, a ver...
domingo, 28 de novembro de 2010
A greve geral de 24 de novembro foi inconsequente
Não é bem verdade porque ajudou a encolher o PIB
A sensação de inutilidade das greves e protestos sindicais nasce do irrealismo das reivindicações e da ausência de soluções viáveis bem como da imagem totalmente desactualizada dos sindicatos que ainda funcionam com base em pressupostos dos anos 70.
A "precariedade das condições de trabalho" e "aumento salarial" são argumentos desde sempre defendidos pelos sindicatos mas que são apenas parte do quebra-cabeças. E a população portuguesa já percebeu.
O delírio da CGTP e da UGT sobre o número de grevistas de 24 de novembro de 2010, os inacreditáveis 3 milhões, denota o estado de negação da realidade do movimento sindical em Portugal. As reivindicações feitas a um Estado a escassas semanas de admitir falência, completam o retrato de negação, que arrisca atirar as centrais sindicais para a total irrelevância. O problema é que os sindicatos são de facto precisos. A sua ineficácia prejudica sobretudo as pessoas que dizem representar.
O enorme desafio - para sindicatos, empresas e políticas públicas - é encontrar o equilíbrio possível entre a necessidade incontornável de conter custos e a correcção da cada vez maior desigualdade de rendimentos. Portugal parte para esta era de austeridade económica como a segunda sociedade mais desigual do mundo desenvolvido, só atrás dos Estados Unidos. Esta desigualdade - com impacto na qualidade de vida de todos e na prosperidade da economia - torna mais exigente o afinamento das políticas duras que terão de ser adoptadas. O mais grave é que esta tendência está para ficar: refiro-me à tendência para agravar o fosso entre os pobres e o ricos, sinal que a economia portuguesa não está a funcionar correctamente, pois o governo de José Sócrates não tem tempo para afinar políticas. Ao mesmo tempo, no sector privado começa a delinear-se uma pressão grande para cortar salários, uma tendência que ganhará peso com o apoio certo do FMI a Portugal.
Assim, se o FMI intervir em Portugal, teremos a posição dos sindicatos ainda mais reduzida.
A credibilização dos sindicatos poderia ser grande, aumentando a sua influência quer na concertação social, quer a um nível mais micro, junto das empresas e do Estado.
Porém, as centrais sindicais - com destaque para a maior, a CGTP - não estão interessadas na realidade, fazendo lembrar o animal que prefere enterrar a cabeça dentro da areia. Preferem concentrar esforços na defesa dos "direitos adquiridos", mas quais direitos ??, incompatíveis com a situação financeira do país. De notar que os direitos adquiridos também evoluem de acordo com a economia do pais. Valorizam a retórica vazia dos "patrões exploradores" e "das trabalhadoras e dos trabalhadores". Apostam na luta de classes, à boa maneira dos anos 70, um jogo de soma nula em que uns perdem e outros ganham. A sensação de inutilidade das greves e dos protestos nasce antes de mais aqui: no irrealismo das reivindicações e na ausência de propostas viáveis.
Perante esta incapacidade, não espanta que a influência dos sindicatos esteja em queda (de 25% de sindicalizados em 1995 para os actuais 17%) e que viva acantonada no sector público. Até agora o Estado era o único terreno onde a incompetência sindical ainda passava. Os funcionários públicos não só podem fazer greve - porque têm o emprego protegido por lei e não concorrem com os chineses -, como quando o fazem conseguem perturbar o país, parando escolas, hospitais e outros serviços. É por isso que a alegada greve geral histórica desta semana foi apenas uma greve da função pública. Os 3 milhões de grevistas moram apenas nas cabeças dos líderes sindicais, bem ao lado da influência que ainda julgam ter.
Por estas razões deixei de estar sindicalizado há alguns anos.
Entendo que os sindicatos devem urgente mente evoluir e libertarem-se definitivamente do espírito dos anos 70.
Gostaria que os sindicatos portugueses mudassem o discurso:
Precariedade no trabalho: Não
Aumento salarial: Sim
...
O que propõem os sindicatos para que tal aconteça ???
O site Lendas de Portugal vale 24M eur
De acordo com o bizinformation.org o site Lendas de Portugal vale 24 milhões de euros, avaliação efectuada com base no numero de visualizações diárias, nos visitantes diários e na classificação mundial e portuguesa.
De acordo com o bizinformation.org o site Lendas de Portugal vale 24 milhões de euros, avaliação efectuada com base no numero de visualizações diárias, nos visitantes diários e na classificação mundial e portuguesa.
sábado, 27 de novembro de 2010
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, teve este sábado conversas telefónicas com vários líderes europeus, entre eles o primeiro-ministro português, José Sócrates, sobre a crise da zona euro, divulgou o Eliseu em comunicado.
Este domingo, os ministros das Finanças da zona euro, entre os quais estará Teixeira dos Santos, vão reunir-se presencialmente para debater o plano de ajuda à Irlanda.
«No prolongamento da sua conversa telefónica com a chanceler alemã, Angela Merkel, na quinta-feira, e do encontro com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, na sexta-feira, o presidente da República prosseguiu as suas consultas sobre a situação da zona euro e falou por telefone com o presidente do Conselho italiano, Silvio Berlusconi, o primeiro ministro português, José Sócrates, o presidente do Conselho europeu, Herman Van Rompuy, e o presidente do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero», informou a presidência francesa.
Angela Merkel e Nicolas Sarkozy discutiram quinta-feira o plano financeiro de ajuda da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) à Irlanda.
No seguimento desse encontro, Sarkozy afirmou que o mecanismo para ajudar países em dificuldade continuará em vigor «sem alterações até 2013», mas que os dois Governos «continuarão a trabalhar intensamente» numa proposta comum para um mecanismo de resolução de crises permanente a partir de 2013.
Antigos gestores BPP
fonte: jornal Metro
A CMVM está a ultimar a acusação no âmbito do processo de contra-ordenação às irregularidades cometidas no BPP. A entidade de supervisão liderada por Carlos Tavares vai avançar com o apuramento de responsabilidades individuais.
Assim, além da instituição, que está em processo de liquidação, a CMVM deverá acusar antigos administradores do BPP pelas irregularidades cometidas, solução já adoptada por outros bancos. É muito importante para a saúde financeira portuguesa que em casos como este sejam definitivamente apuradas responsabilidades e exemplarmente cumpridas as respectivas punições.
Abreu Pires
fonte: jornal Metro
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Portugal e Espanha fortemente pressionados pelos mercados
Que Portugal estava sob forte pressão dos mercados para ser o próximo país da Zona Euro a ter de recorrer ao fundo de emergência europeu e do FMI já se sabia. Mas ontem também se ficou a saber que Espanha entrou na zona de risco, acentuando de forma drástica os receios de uma ruptura financeira grave em toda a Zona Euro. Dois dias após se ter confirmado que a Irlanda iria seguir os passos da Grécia e recorrer a ajuda externa, as taxas de juro dos empréstimos concedidos nos mercados ao Estado português e espanhol voltaram a subir.
in Correio da Manhã - Eduardo Dâmaso - 2010-11-23
in Correio da Manhã - António Sérgio Azenha - 2010-11-23
in i - Carlos Ferreira Madeira - 2010-11-23
in SIC - 2010-11-23
in i - Nuno Aguiar - 2010-11-24
in Público - Sérgio Aníbal, Clara Barata - 2010-11-24
Que Portugal estava sob forte pressão dos mercados para ser o próximo país da Zona Euro a ter de recorrer ao fundo de emergência europeu e do FMI já se sabia. Mas ontem também se ficou a saber que Espanha entrou na zona de risco, acentuando de forma drástica os receios de uma ruptura financeira grave em toda a Zona Euro. Dois dias após se ter confirmado que a Irlanda iria seguir os passos da Grécia e recorrer a ajuda externa, as taxas de juro dos empréstimos concedidos nos mercados ao Estado português e espanhol voltaram a subir.
in Correio da Manhã - Eduardo Dâmaso - 2010-11-23
in Correio da Manhã - António Sérgio Azenha - 2010-11-23
in i - Carlos Ferreira Madeira - 2010-11-23
in SIC - 2010-11-23
in i - Nuno Aguiar - 2010-11-24
in Público - Sérgio Aníbal, Clara Barata - 2010-11-24
Risco da Banca nacional atinge recorde
O risco percebido pelo mercado sobre os bancos portugueses nunca foi tão alto. Os credit-default swaps (CDS) atingiram ontem um novo máximo histórico. Ou seja, os investidores nunca pagaram tanto para se protegerem da eventualidade da Banca nacional não conseguir pagar a dívida emitida. Os CDS sobre a dívida subordinada a cinco anos do BCP atingiram os 1.093 pontos, enquanto os do BES escalaram até aos 1.091 pontos-base. Só nas últimas três sessões, os CDS sobre esta dívida subiram 260 e 284 pontos-base, respectivamente.
- in Diário Económico - Luís Rego, João Paulo Guerra, Marta Marques Silva, Luís Reis Pires - 2010-11-24
- in Jornal de Negócios - João Carlos Malta, Helena Garrido, Manuel Esteves, António Larguesa, Pedro Romano, Catarina Almeida Pereira, Edgar Caetano, Rita Faria - 2010-11-24
O risco percebido pelo mercado sobre os bancos portugueses nunca foi tão alto. Os credit-default swaps (CDS) atingiram ontem um novo máximo histórico. Ou seja, os investidores nunca pagaram tanto para se protegerem da eventualidade da Banca nacional não conseguir pagar a dívida emitida. Os CDS sobre a dívida subordinada a cinco anos do BCP atingiram os 1.093 pontos, enquanto os do BES escalaram até aos 1.091 pontos-base. Só nas últimas três sessões, os CDS sobre esta dívida subiram 260 e 284 pontos-base, respectivamente.
- in Diário Económico - Luís Rego, João Paulo Guerra, Marta Marques Silva, Luís Reis Pires - 2010-11-24
- in Jornal de Negócios - João Carlos Malta, Helena Garrido, Manuel Esteves, António Larguesa, Pedro Romano, Catarina Almeida Pereira, Edgar Caetano, Rita Faria - 2010-11-24
Lenda das Sete Cidades
Lenda das Sete Cidades
fonte: Lendas de Portugal
tags: lenda lendas portugal cidades princesinha rei muralhas trono rainha
Conta a lenda que o arquipélago dos Açores é o que hoje resta de uma ilha maravilhosa e estranha onde vivia um rei possuidor de um grande tesouro e uma imensa tristeza por não ter um filho que lhe sucedesse no trono. Esta dor tornava-o amargo com a sua rainha estéril e cruel com o seu povo. Mas uma noite perante os seus olhos desceu uma estrela muito brilhante dos céus que aos poucos se foi materializando numa mulher de beleza irreal envolta em luz prateada. Com uma voz que mais parecia música essa mulher prometeu-lhe uma filha bela como o sol sob a condição que o rei expiasse a sua crueldade e injustiça através da paciência.
O rei teria que construir um palácio rodeado por sete cidades cercadas por muralhas de bronze que ninguém poderia transpor. A princesinha ficaria aí guardada durante trinta anos longe dos olhos e do carinho do rei. O rei aceitou o desafio. Decorreram 28 anos e com eles cresceram a impaciência e o sofrimento do rei, que um dia não aguentou mais. Apesar de ter sido avisado que morreria e que o seu reino seria destruído, o rei dirigiu-se às muralhas, desembainhou a espada e nelas descarregou a sua fúria. A terra estremeceu num ruído terrível e das suas entranhas saíram línguas de fogo enquanto que o mar se levantou sobre a terra e a engoliu.
No fim de tudo, restaram apenas as nove ilhas dos Açores e o palácio da princesa, transformado agora na Lagoa das Sete Cidades dividida em duas lagoas: uma verde como o vestido da princesa e a outra azul da cor dos seus sapatos.
tags: lenda lendas portugal cidades princesinha rei muralhas trono rainha
GREVE GERAL dia 24 novembro
Começou a greve geral. A segunda em Portugal organizada conjuntamente pelas duas grandes centrais sindicais, CGTP e UGT. Na última greve em que as centrais estiveram unidas, em 1988, os sindicatos falaram em adesões de cerca de 80 por cento dos trabalhadores.
fonte: jornal Publico
Para aqueles que acreditam na greve geral contra o actual modelo de governação mas não querem prejudicar o seu trabalho, porque não compensar no próximo sábado ???
Começou a greve geral. A segunda em Portugal organizada conjuntamente pelas duas grandes centrais sindicais, CGTP e UGT. Na última greve em que as centrais estiveram unidas, em 1988, os sindicatos falaram em adesões de cerca de 80 por cento dos trabalhadores.
fonte: jornal Publico
Para aqueles que acreditam na greve geral contra o actual modelo de governação mas não querem prejudicar o seu trabalho, porque não compensar no próximo sábado ???
domingo, 21 de novembro de 2010
Tourism
· Cuba Reports Tourism Growth
· New Hotel Rooms in Ciego de Avila
· Camagüey Promotes Tourist Options
· Varadero Ready for Peak Tourist Season
· Villa El Bosque in Holguín
· New InterContinental Brand in India
· Marriott Grows in Europe
· New Hotel Complex in Serbian Mountain
· World Tourism Grows
· Sol Meliá Hotels in Select World Catalog
Health
· Cuban Surgeons Perform Successful Heart Surgeries
· Cienfuegos Reports Decreased Infant Mortality Rate
· Early Detection of Retinitis Pigmentosa in Holguín
· Meeting on Internal Medicine in Western Cuba
· Cuba's Achievements in Neonatal Care Highlighted
Business
· Positive Results at Cuban Trade Fair
· Cuba Fosters Cabotage Transportation
· Cuba to Export Water to Caribbean
· RESIGUM Consolidates Presence on Cuban Market
· New Power Generating Project in Eastern Cuba
Sports
· Foreign Participants at Havana's Int'l Marathon
· Cuban Tae Kwon Do Fighters Join World Ranking
· Cuba Qualifies at Women's Handball Pan-Am Tournament
· Cuban Swimmers Train for Andrés Pérez Cup
· Cuban Skaters to Seek Qualification for Guadalajara
Culture
· Cuban Musicians Win Latin Grammy Awards
· Traditional Music in Eastern Cuba
· Cuban Motion Pictures at Film Festival in Uruguay
· National Ballet of Cuba to Perform in Italy
· New Section at Havana's Int'l Film Festival
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
A produção da série de TV Spartacus: Blood and Sand foi interrompida devido ao actor principal, Andy Whitfield, ter sido diagnosticado com cancro.
Ele foi diagnosticado com Linfoma não-Hodgkin, ainda na fase inicial da doença e começou o tratamento imediatamente. “Estou recebendo cuidado excelente. Sinto-me forte, optimista e determinado, com um exército de apoio ao meu redor”, disse Whitfield.
A primeira temporada teve o seu último episódio apresentado nos EUA no dia 16 de Abril e a produção da segunda temporada será adiada até que o actor se recupere.
Spartacus: Blood and Sand é uma série provocadora, violenta e com cenas de sexo. A série apresenta a história do famoso gladiador e sua escalada à fama. Andy Whitfield estrela no papel principal, como um soldado da Trácia que foi preso e condenado a morrer como um gladiador na arena. O actor John Hannah vive Batiatus, o dono da escola de gladiadores e marido de Lucretia (Lucy Lawless).
Ele foi diagnosticado com Linfoma não-Hodgkin, ainda na fase inicial da doença e começou o tratamento imediatamente. “Estou recebendo cuidado excelente. Sinto-me forte, optimista e determinado, com um exército de apoio ao meu redor”, disse Whitfield.
A primeira temporada teve o seu último episódio apresentado nos EUA no dia 16 de Abril e a produção da segunda temporada será adiada até que o actor se recupere.
Spartacus: Blood and Sand é uma série provocadora, violenta e com cenas de sexo. A série apresenta a história do famoso gladiador e sua escalada à fama. Andy Whitfield estrela no papel principal, como um soldado da Trácia que foi preso e condenado a morrer como um gladiador na arena. O actor John Hannah vive Batiatus, o dono da escola de gladiadores e marido de Lucretia (Lucy Lawless).
sábado, 29 de maio de 2010
Data de lançamento: Junho 2009
Conclusão – A favor
- Boa resolução e detalhados da produção (mas só muito marginalmente melhor que a 450D)
- Decente (mas não o melhor 'na classe') de alta performance ISO JPEG
- Velocidade ISO até 12.800 (sem grande qualidade, mas está lá para emergências)
- Boa qualidade de vídeo HD (saída de som, mas não coincide com a qualidade da imagem)
- Actualmente o mais barato 1080P DSLR vídeo capaz (embora apenas em 20fps)
- O desempenho global ágil e responsivo
- Muito clara, alta resolução, tela de 3.0 polegadas com revestimento anti-reflexo (mas dificilmente utilizáveis em dias de sol)
- Visor maior e mais brilhante na classe
- Bom número de controlos externos fornecem acesso rápido a todos os parâmetros importantes e fotografar o painel de controlo interativo rápida é uma boa alternativa para aqueles que preferem o estilo de câmara compacta de controlos
- O sistema de menu intuitivo e personalizável "My Menu"
- Bom controlo sobre High ISO NR
- Bastante eficiente Highlight Tone Priority preserva detalhes adicionais de luz
- Exposição do flash é de confiar
- Correcção de iluminação periférica
- Saída HDMI
- Pacote de software detalhado incluído Vida útil da bateria
- Ruído Visivelmente mais do que alguns arquivos RAW da classe
- Um pouco menos destaque na gama JPGs que a concorrência RAW headroom relativamente limitado, canal clipping significa uma precisão de cor não pode muitas vezes ser mantida quando recuperar áreas cortadas em RAW conversão
- Metering tem tendências ocasionais para sobrexposição em condições de maior contraste
- Equilíbrio auto não é fiável e presets sob luz artificial
- Continua a manter aparência ligeiramente “plástico” nas superfícies Apoio é um pouco pequeno para as mãos maiores
- Flash tem que ser reforçado para auxiliar AF (embora AF é boa ainda que com pouca luz) O intervalo de compensação limitada exposição (+ / - 2,0 EV)
- Detecção de contraste AF tão lento que é inútil para a maioria dos tipos de fotografia (é o mesmo para a maioria da concorrência embora)
- Um pouco mais caro que a concorrência
Conclusão geral
A EOS 500D é a encarnação de uma linha de grande sucesso das câmaras e, embora o segmento de "nível de entrada no mercado está mais preenchido que noutros tempos, seria uma surpresa se o novo modelo não vendesse como pão quente.
Todos os grandes fabricantes de empinar mais e mais novidades em seu "orçamento" ofertas, mas a EOS 500D é sem dúvida a melhor câmara de 2009 no segmento.
Tem sensor de alta resolução (15.1 megapixels efectivos) em sua classe, uma excelente tela de 3,0 polegadas de alta resolução, estendeu a sensibilidade até ISO 12800 e, sem dúvida para muitos utilizadores a característica mais atraente, um modo de Alta Definição de filme que regista 1080P/20fps ou 720P/30fps.
Ele combina tudo isso com qualidade de imagem decente e ao mesmo tempo sua aparência pode ser um plástico e o tratamento pode ser difícil com as mãos maiores. O problema principal da 500D é o seu preço que se situa um pouco acima da concorrência, o que poderá ser um obstáculo para alguns potenciais compradores, principalmente em tempos difíceis.
Qualidade da Imagem
Na base da ISO 500D produz uma saída clara e detalhada, com cores naturais, mas para tirar o máximo da câmara de 15 megapixels para ampliações grandes ou cortar, deve investir em boas lentes. Pelo menos um kit de lentes para resolver todos os detalhes de uma cena.
A Canon faz um trabalho decente em sensibilidades mais altas e até ISO 1600 produz perfeitamente utilizável saída que mostra um bom pormenor, mas o ruído de croma também visivelmente mais do que a Nikon D5000 (se você estiver disposto a sacrificar alguns detalhes da imagem, pode optar pela redução do ruído de "Strong"). ISO 3200 fica visivelmente mais suave e as duas configurações mais altas produzem um tipo muito intrusiva de ruído de cor. Eles devem ser destinadas apenas para situações de emergência.
Ao fotografar em RAW a imagem muda ligeiramente para o negativo. A "qualidade extras" geralmente você pode sair de arquivos RAW em relação ao fotografar em JPEG é relativamente limitado na 500D. Uma razão para isso é a qualidade do motor da câmara JPEG. Ele está fazendo um bom trabalho em "optimizar" a saída JPEG ao converter os dados RAW. No entanto, as imagens RAW da 500D são também ligeiramente atrasadas em relação a algumas da classe e surpreende até mesmo o 450D em termos de ruído de ISO elevado e, em menor grau, em termos de nível de detalhe pixel. Não vai ser um problema ao verificar as imagens no tamanho de tela, mas certamente é visível de perto.
A medição é geralmente confiável, mas, como a 450D, em condições de brilho, a EOS 500D tem uma tendência a expor demais, resultando em corte de destaques. E, embora o intervalo JPEG dinâmica dos destaques é ligeiramente menor do que o antecessor há bastante espaço livre em arquivos raw para puxar destacar detalhe, na maioria dos disparos. É, portanto, recomendável, especialmente em condições de brilho e contraste, disparar sempre JPEG + RAW. Caso contrário é melhor você verificar suas exposições, com cuidado e aplicar um pouco de compensação de exposição negativa, quando necessário.
Manipulação
Temos sido críticos sobre os antecessores da 500D e ainda não estamos muito interessados em ergonomia da câmara. A aderência é relativamente pequena e, especialmente para os fotógrafos com as mãos grandes, a câmara não fica tão confortavelmente na mão, como, por exemplo, a Nikon D5000 ou Olympus E-620. O controlo externo dá-lhe um bom acesso aos parâmetros mais frequentemente usados, mas nós adoraríamos ver um estilo 50D. Dito isto estamos perante uma câmara de orçamento controlado em que os fabricantes procuram agradar da melhor forma.
O projecto do menu é muito intuitivo e para todos reforço de uma câmara digital compacta o Quick Screen controlo será uma boa alternativa para mudar as configurações através dos botões físicos. Tudo somado a EOS 500D é uma câmara que, após algum tempo inicial de adaptação, será de fácil utilização.
Como a maioria das SLRs corrente o recurso de visualização ao vivo é, principalmente devido à AF muito lento, de uso limitado fora do estúdio e, enquanto o modo de vídeo proporciona imagens de excelente qualidade, oferece controlo manual reduzido.
A palavra final
Se possuir uma EOS 450D ou outro DSLR recente, do ponto de vista da qualidade da imagem, não há necessariamente uma necessidade de actualização para a EOS 500D. No entanto, o modo de vídeo HD, tela de alta resolução novo ou gama ISO alargada, pode tornar mais fácil para justificar a despesa, se for utilizador desses recursos. Ao pretender comprar sua primeira DSLR, a CANON 500D é uma recomendação fácil, mas também pode querer considerar a Nikon D5000. Vem com um conjunto similar à 500D (embora "apenas" com 720p de vídeo) e trabalha melhor em ambientes com pouca luz.
info adicional
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Mercados suspensos
Enquanto David Cameron e Nick Clegg acertam estratégias para a coligação, os mercados financeiros incluindo a bolsa de Nova Iorque, estão suspensos à espera do arranque da nova coligação. Talvez por esta razão o RU não entre no plano contra a crise desenhado pela UE.
Enquanto David Cameron e Nick Clegg acertam estratégias para a coligação, os mercados financeiros incluindo a bolsa de Nova Iorque, estão suspensos à espera do arranque da nova coligação. Talvez por esta razão o RU não entre no plano contra a crise desenhado pela UE.
ABREU PIRES
http://www.readmetro.com/download/en/42461/
Tamiflu
E pensava eu que o mistério do Tamiflu já tivesse terminado. Este medicamento utilizado para o combate à gripe A, é feito à base da flor do anis. Mas em boa verdade ainda não foi confirmada a sua eficácia. Então como se compreende que as sua vendas tenham disparado no 1T 2010, apesar do fim da pandemia?
ABREU PIRES
http://www.readmetro.com/download/es/41808/
E pensava eu que o mistério do Tamiflu já tivesse terminado. Este medicamento utilizado para o combate à gripe A, é feito à base da flor do anis. Mas em boa verdade ainda não foi confirmada a sua eficácia. Então como se compreende que as sua vendas tenham disparado no 1T 2010, apesar do fim da pandemia?
ABREU PIRES
domingo, 25 de abril de 2010
GEELY? Não conheço.
GEELY até há bem pouco tempo desconhecida dos ocidentais é uma marca oriental de automóveis em franca ascenção e que se tornou notícia por ter adquirido recentemente a marca sueca VOLVO. A GEELY já tinha tentado entrar no mercado europeu em 2007 no segmento médio-baixo, mas sem sucesso pois não cumpriu as normas de segurança impostas pelo EuroNCAP. No entanto a marca tem vindo a evoluir no sentido de competir na Europa e EUA. Fica uma dúvida: será que comprou a VOLVO para implementar as melhores prácticas da marca sueca ou apenas para usufruir do seu prestígio. É que a indústria chinesa deixa muitas vezes a desejar no que respeita à qualidade final do produto. Quero acreditar que ste tipo de investimento seja para valer. Por outro lado temos vindo a assistir à transferência de tecnologia para a Ásia. Resta à Europa a continuidade da criatividade e investimento em I&D e preparar para as exportações para o mercado asiático. Sim, eu disse bem: Exportar para a Ásia. Será esse o futuro da europa!
Abreu Pires
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