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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Hoje o Joao foi cedo à praia com as crianças. Lá estava o Toné franzino, oleo por todo o corpo, brilhante como a carcaça de um carro acabado de receber o melhor tratamento. Toné estava acompanhado de duas bifas. Uma novinha, bem feita de corpo com uns pomos racimos insinuantes e rosada do sol. A outra, mais velha, rechonchuda e cara de quem muito come chips & grilled chicken. A noite está garantida para Toné e o destino está decidido: Albufeira pela noite fora à mistura com umas vodkas e caipirinhas e quem sabe, terminar no flat das suas amigas.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Joao está em férias no Algarve. Gosta de se levantar cedo e ouvir o canto dos pássaros. Acorda com o telemovel às 7 da matina e vai até à varanda donde aprecia o céu azul com um farripos de nuvens espalhados. Lá em baixo, na rua, ouvem-se os primeiros carros a passar. Também se podem avistar os verdadeiros desportistas que mesmo em ferias nao dispensam a sua corrida. Sao 8 da manha e. as criancas dormem. Joao vai comprar peixe. Sardinha assada para o almoco.

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Autoeuropa, considerada das fábricas mais competitivas do grupo VW

05.10.2005

Mas não ganhou o Marrakesh. O que é que falhou?

Não chega ser das melhores fábricas, em termos de competitividade, para ganhar a produção do Marrakesh ou qualquer outra viatura do grupo VW.

O sindicato alemão dos trabalhadores do sector ganharam a proposta ao baixar o preço de produção em cerca de 1.000 eur por unidade. Seria possível que tal tivesse ocorrido em Portugal? Parece-me um pouco difícil porque ainda agora os sindicatos exigem aumentos na ordem dos 5 por cento.

Tal não foi uma derrota para a fábrica de Palmela, mas antes um sinal de alerta. Existem muitas fábricas a lutar por novos modelos e algumas são muito boas, como Mosel e Bratislava. No mundo dos carros e dos negócios, não se ganha sempre. Entenda-se: o Marrakesh esteve sempre fora de questão, quanto à sua produção em Portugal.

Se o Marrakesh fosse produzido em Palmela teria um custo mais baixo que o de Wolfsburg. A decisão foi mais política do que económica.

Apesar de na Alemanha, os sindicatos serem intocáveis, observaram que se não fizerem este tipo de acordos vão perder no futuro, não só o Marrakesh, mas outros modelos. Os sindicatos alemães souberam ceder na altura certa. E os sindicatos portugueses? Ainda reclamam aumentos salariais na ordem dos 5 por cento?

Mesmo assim a operação ficou com um custo de produção mais caro em Wolfsburg em relação a Palmela.

O facto de a Autoeuropa surgir como alternativa a Wolfsburg foi considerada uma pressão junto dos sindicatos alemães.

A meu ver existe excesso de fábricas, excesso de produção e muitos modelos novos. Mas vamos continuar a observar a deslocalização as fábricas.

terça-feira, 23 de agosto de 2005

A suspeita

Já não é apenas sobre as opções da política fiscal que se colocam dúvidas sistemáticas. A suspeita inquinou todas as áreas da governação.

Sempre que o ministro das Finanças do Governo PS repetir que não vai haver aumento de impostos, a comunicação social não hesitará em esquecer as declarações anteriores e fazer da promessa uma notícia nova. A fatalidade existe, porque nesta, como em muitas outras matérias, a suspeição introduziu-se como um furúnculo na imagem que o Governo projecta para os cidadãos. Como na história de Pedro e do lobo, instalou-se a suspeita de que quem falta uma vez aos seus compromissos e à palavra dada está eternamente condenado a dar o dito por não dito, sempre que haja uma surpresa, algo de novo no enquadramento, ou uma simples tentativa de correcção de trajectória política. À semelhança do que tinha acontecido com Durão Barroso, o PS em campanha prometeu, apesar de haverem vozes discordantes dentro do partido, que não aumentaria impostos, mas não passou da promessa quando chegou ao Governo. Esse pecado original está a contribuir para que a mais sincera das propostas se transforme numa dúvida e logo depois numa suposta mentira.

Nos próximos meses, a capacidade de desfazer este elo entre a percepção e a realidade vai ser um dos mais urgentes desafios da governação. Porque já não é apenas sobre as opções da política fiscal que se colocam dúvidas sistemáticas. A suspeita alastrou a todas as áreas da governação. Os cidadãos duvidam da transparência com que se anuncia a OTA e o TGV, aliás estes dois temas não podiam vir em hora mais inoportuna da vida da nação, duvidam do avanço das reformas na administração pública, duvidam da capacidade de se cortar despesas do Estado, duvidam da independência dos ministros em relação aos interesses privados... Duvidam até que um Governo eleito com ampla maioria há apenas meio ano seja capaz de levar a legislatura até ao seu termo.

Não é possível mobilizar um país para os desafios que se perfilam no horizonte com tantas dúvidas e tantas suspeitas. José Sócrates e seus pares sabem-no convictamente. Não apenas pela experiência dos seus antecessores, mas também pela sensação de que, com este clima que aos poucos vai abafando a vida pública, se confunde a intriga com os factos reais, o essencial com o acessório.
Mas nem Sócrates nem os seus ministros tiveram até à data clarividência suficiente para corrigir a trajectória descendente. Pelo contrário, o Plano de Investimentos Prioritários (PIIP) destinado a injectar confiança através da veiculação da ideia de que, afinal, ainda há nervo (nervos...) para se fazer obra, transformou-se num desastre por falta de consistência e preparação. Depois, o PS continua incapaz de dar provas de garantir uma governação coerente, ponderada e com claro sentido de responsabilidade.

É neste enquadramento que se desenrola o episódio de Armando Vara, cuja nomeação o ministro das Finanças justificou estes dias ao Diário Económico com o seu perfil. Fernando Teixeira dos Santos "tinha a consciência de que a escolha de Vara seria polémica", mas nem isso o demoveu. Como se um governo com um duríssimo caderno de encargos não devesse contornar as polémicas estéreis e concentrar-se no essencial. Como se Vara fosse o homem providencial capaz de fazer milagres na Caixa Geral de Depósitos. A opção do ministro e de José Sócrates não revela coragem nem sentido de dever. Revela indiferença e sobranceria. Em vez de limpar as suspeitas que inquinam o ar, só as legitima.

sexta-feira, 15 de abril de 2005

O tumba! (iniciais de temos um motor de busca alternativo!) é um motor de busca que cobre a Web portuguesa, entendida como o conjunto dos sítios Web de interesse para a comunidade portuguesa, desenvolvido pelo Grupo XLDB do Laboratório de Sistemas Informáticos de Grande Escala (LASIGE) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).
Caixas negras nos Automóveis

Esta é uma das medidas que poderá entrar em prática em 2010 (será discutida no dia 23 de Maio pela Comissão de Transportes do Parlamento Europeu), com o intuito de combater a sinistralidade rodoviária.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

os meus programas favoritus:

Windows XP Professional + Windows XP Home Edition + Windows XP Pro Corporat + Windows XP Home Edition + Windows XP Pro Corporat + Nero Burning ROM Ultra + ZoneAlarm Pro Edition + Norton AntiVirus 2004 P + Windows XP oem home + Office XP 2001 + Adobe Photoshop 6.0 + WinZip 8.0 + Nero 5.5.7.2. + Easy CD Creator 5.0 Pla

Nero 6.6.0.3 Reloaded 2004-12-05 92% Nero 6.6.0.3 2004-12-05 92% Norton Antivirus 2005 %100 working 2004-12-09 30% Need for Speed Underground 2 2004-12-12 83% The Lord of the Rings: The Battle for Middle Earth *KEYGEN* 2004-12-10 56% Spyware Doctor V3 2004-12-05 45% The lord of the rings: the battle for middle earth 2004-12-10 84% Need For Speed Underground 2 2004-11-11 66% Ahead Nero Burning 6.6.0.3 Ultra Edition 2004-12-12 72% The Lord of the Rings - The Battle for Middle-Earth 2004-12-11 42% Microsoft Windows XP Professional ( Corp key ) 2004-11-30 62% Norton AntiVirus 2005 15 Day Trialware 2004-11-20 19% The Sims 2 2004-09-14 89% Ahead Nero Burning ROM Ultra Edition 6.6.0.3 2004-12-16 91% Microsoft Windows Xp Profesional Sp 2 2004-11-27 54% WinRAR 3.41 2004-11-06 72% Adobe Photoshop 8 (CS) 2004-12-12 39% Sid Meier's Pirates 2004-11-26 95% Ahead Nero Burning 6.6.0.3 Enterprise Edition 2004-12-12 75% Call of Duty - United Offensive (PC) 2004-12-02 76%

www.favoritus.net


quarta-feira, 5 de janeiro de 2005

Crie a sua garrafeira

Crie a sua garrafeira

Ao comprar vinho terá naturalmente que prever se o irá consumir brevemente ou se o irá guardar para mais tarde. Uma vez que a maioria do vinho comprado será para consumir num prazo relativamente curto, para a maioria dos consumidores é suficiente um pequeno suporte para garrafas. No entanto, se pretende guardar o vinho por mais tempo, é conveniente ter cuidados adicionais com as condições de armazenagem.

O espaço a utilizar depende naturalmente das suas disponibilidades e da quantidade de garrafas que pretende ter na garrafeira. Não limite o espaço ao número de garrafas que possui, reservando uma zona para compras futuras. Na escolha do local é necessário ter em atenção alguns factores importantes. O calor é o maior inimigo do vinho.

Temperaturas superiores a 21ºC aceleram a evolução do vinho podendo também "cozer" o vinho originando um aroma e sabor alterados. Para além do valor máximo da temperatura, são também importantes as amplitudes térmicas verificadas, bem como a taxa dessa variação.

Mudanças bruscas de temperatura originam variações na pressão na garrafa, forçando a rolha a sair e podendo originar algumas fugas permitindo, para além da saída de vinho, a entrada de ar que o irá oxidar com o consequente acastanhamento da cor e a alteração do aroma e sabor.

Assim, a garrafeira ideal deve ter uma temperatura constante entre 11 e 15ºC. As garrafas devem também estar de preferência no escuro protegidas da luz directa.

Outro parâmetro a ter em conta é a humidade. Alguns especialistas recomendam que se deva manter num valor próximo de 70% para evitar a desidratação das rolhas. No entanto, se mantiver as garrafas deitadas este problema é em princípio minimizado. Se deixarmos as garrafas em pé, as rolhas vão secando e vão contrair-se progressivamente levando à perda da estanquecidade. O local onde guarda as garrafas não deve estar sujeito a vibrações.


Prova do Vinho - O Aspecto

A visão é o primeiro sentido a ser solicitado na análise de um vinho. O exame visual normalmente considerado como o menos importante na análise sensorial pode dar-nos, logo à partida, uma série de indicações como por exemplo a idade do vinho, o estilo de vinho que iremos provar, etc.

Encha o copo até cerca de um terço da sua capacidade. Evite segurar o copo pelo seu corpo, pois assim para além de dificultar o seu exame visual, as suas mãos vão aquecer o vinho. Segure-o pela haste e incline-o ligeiramente sobre uma superfície branca (pode ser uma folha de papel) observando a variação de tons desde a zona com mais vinho até às paredes do copo onde a altura de vinho é menor. Para avaliar a intensidade da cor mantenha o copo na vertical e observe-o de cima também contra a superfície branca.

A limpidez do vinho é mais facilmente analisada se colocarmos o copo contra uma fonte de luz. A limpidez é uma característica que deverá ser exigida na maioria dos vinhos. Excepção feita a vinhos velhos que, na garrafa, poderão naturalmente formar algum sedimento. No entanto nestes casos deveremos ter o cuidado de proceder a uma decantação antes de servir o vinho. A cor poderá indicar-nos o estilo de vinho que vamos provar: nos brancos uma cor muito pálida, esverdeada, sugere um vinho de zonas frias, pouco encorpado, elegante, com boa acidez; vinhos brancos de cor mais intensa, mais amarelados sugere um vinho oriundo de zonas mais quentes, provavelmente mais encorpado, mais maduro, talvez fermentado em barricas de carvalho. Por outro lado, a idade do vinho pode também estar reflectida na sua cor.

Os vinhos mais evoluídos de colheitas menos recentes terão em princípio uma cor mais amarelada, com laivos acastanhados. O acastanhamento poderá no entanto ser devido a uma evolução precoce devido à falta de cuidados ou na adega ou no armazenamento das garrafas.

Nos vinhos tintos as cores variam do rubi ao retinto. Um vinho tinto de elevada qualidade não tem que ter obrigatoriamente uma intensidade corante muito elevada. A intensidade corante de um vinho está muito dependente das castas que lhe deram origem, pelo que é injusto penalizar um vinho simplesmente por ter uma cor mais aberta.

Muitos são os vinhos de qualidade internacionalmente reconhecida que são relativamente abertos de cor. Há semelhança dos vinhos brancos, também nos tintos a tonalidade acastanhada é sinónimo de evolução. Esta característica é mais facilmente avaliada nos bordos do copo onde a altura de vinho é menor.

Prova do Vinho - O Aroma
A análise olfactiva do vinho é o segundo passo na prova. Não tenha pressa para agitar o copo! Há compostos aromáticos muito delicados e muito voláteis presentes no vinho que facilmente desaparecem depois de o vinho ser vertido no copo.

Tente sentir estes aromas assim que o vinho é servido. Só então faça rodar o vinho no copo para que alguns compostos menos voláteis se "libertem". Fazer rodar o vinho no copo nem sempre é fácil. Se não tem prática, comece por deixar o copo sobre a mesa, segure a haste com o indicador e o polegar e sem levantar o copo da mesa rode-o em círculo no sentido dos ponteiros do relógio. Os canhotos tentem no sentido contrário. Levante agora o copo, segure-o pela haste e tente rodá-lo em circulo como fez atrás. Cuidado com a roupa! Com o treino vai ver que é simples, e a pouco e pouco vai deixando de mexer o braço e apenas o pulso vai trabalhar. Agora que já treinou sinta novamente os aromas do vinho. Tente descrever o que sente.

O mais importante é saber se gosta ou não. Alguns conhecedores descrevem os vinhos associando as sensações a sabores ou aromas familiares. Pode parecer-nos um pouco poético, mas é por um lado a forma de mais facilmente nos referenciarmos comparativamente a outras sensações e a outros vinhos. Por outro lado foram identificados no vinho os mesmos compostos responsáveis noutros produtos pelas sensações olfativas que nos dão. No entanto, a terminologia empregue é fundamentalmente um instrumento de organização das nossas sensações.

A variedade de terminologias é enorme. Algumas metodologias criaram famílias de sensações como por exemplo as do tipo floral, frutado, vegetal, animal, defeitos, etc. Determinadas sensações aromáticas são características específicas de castas. Um dos exemplos mais facilmente identificados é o caso da casta Moscatel.

A casta Cabernet Sauvignon é outra casta que marca bastante os vinhos ao nível aromático. Praticamente todas as castas têm características aromáticas mais ou menos intensas que as permite distinguir de outras com maior ou menor facilidade. É apenas uma questão de sensibilidade e de treino. Para além do impacto das castas nas características do vinho, há outros factores a ter em conta.

As condições de maturação da uva, as técnicas de vinificação adoptadas pelo enólogo, a idade do vinho, etc., são factores que vão ter influência no aroma do vinho. Um vinho branco novo poderá ter notas a alperce, pêssego, maçã verde enquanto que num vinho branco mais velho podem começar a notar-se frutos secos e eventualmente o tabaco ou folhas secas.

Um vinho tinto novo dá-nos sensações frutadas mais ou menos intensas do tipo framboesa ou cassis enquanto que se deixarmos esse vinho alguns anos em garrafa o seu aroma poderá evoluir para sensações a cogumelos, tabaco, especiarias, contribuindo para uma maior complexidade aromática.

Prova do Vinho - As Sensações Gustativas

Finalmente a fase mais desejada! Podemos ser atraídos pela imensidão de cores nos vinhos e seduzidos pelos aromas mais delicados mas só somos verdadeiramente conquistados quando sentimos um grande vinho na boca com a sua elegância ou a sua pujança, a vivacidade da sua juventude ou a complexidade da sua maturidade. É aqui que culmina a sua apreciação. É agora que decidimos incluir este vinho no grupo dos grandes ou por outro lado no grupo dos vulgares. Recordemos que na boca o vinho não actua somente sobre as sensações gustativas mas também sobre as olfactivas - o chamado aroma rectro-nasal - que são sentidas pela ligação da boca ao nariz.

À partida poderá parecer que a prova na boca será a mais fácil, já que normalmente não estamos tão despertos para as sensações olfactivas. No entanto, provar é muito diferente de beber. É uma diferença equiparada entre ver e observar. A prova exige concentração e a adopção de um método e uma técnica. Vamos a isto! Leve o copo à boca tomando uma porção suficiente para fazer circular o vinho na boca, mas não demasiado que o obrigue a engolir de imediato. A circulação do vinho na boca é fundamental para que o vinho atinja as papilas gustativas que estão localizadas na língua. Há zonas responsáveis pelos diferentes tipos de sensação. O sabor ácido é normalmente mais intenso nos vinhos brancos que nos tintos e é responsável por uma sensação de frescura. A acidez está dependente, para além da casta, do clima e do tipo de solo onde está plantada a vinha.

limas e solos mais quentes e secos originam vinhos menos ácidos, por vezes mesmo deficientes, tornando os vinhos "chatos". Zonas mais frescas dão vinhos mais ácidos - veja-se o caso dos Vinhos Verdes comparativamente aos vinhos do Alentejo. A principal razão de os vinhos tintos terem normalmente uma acidez superior à dos vinhos brancos é que a maioria dos tintos sofre a fermentação maloláctica reduzindo a sua acidez.

Em relação à acidez temos que distinguir dois tipos de acidez no vinho. A que temos estado a abordar é a acidez fixa originada pelos ácidos naturais da uva, em especial o tartárico. Outra acidez é a volátil originada pelo ácido acético que é produzido em pequenas quantidades durante a fermentação. No entanto, o vinho pode sofrer uma alteração bacteriana levando à produção de quantidades mais elevadas de ácido acético podendo conduzir em casos extremos à azedia do vinho. Felizmente, hoje em dia é muito raro comprarmos um vinho nestas condições, mas este problema pode surgir em nossas casas quando demoramos alguns dias a beber uma garrafa de vinho, uma vez que o vinho em contacto com o ar (leia-se oxigénio) está nas condições ideais de crescimento destas bactérias de alteração.

O álcool (etanol) é outro elemento fundamental na prova. O teor presente no vinho está principalmente dependente das condições de maturação das uvas. Uvas bem maduras originam vinhos mais alcoólicos. Esta condição não é tão linear nos vinhos licorosos, em que o seu teor alcoólico é determinado pela quantidade de aguardente adicionada na vinificação. O álcool dá uma sensação de doçura tendo um papel muito importante no equilíbrio global do vinho.

A concentração e a qualidade dos taninos presentes no vinho tinto é outro factor importante na degustação. Os taninos dão uma sensação desagradável de adstringência especialmente notada nos vinhos novos. Com a evolução e o estágio os taninos evoluem para sensações mais macias e aveludadas. Os taninos, sendo compostos presentes na película e graínha da uva só estão presentes em quantidades significativas nos vinhos tintos uma vez que ao contrário dos brancos a sua vinificação é feita por maceração das películas. Embora estes factores possam e devam ser avaliados por si só durante a prova, o mais importante para a qualidade de um vinho é o equilíbrio destes elementos, pois nenhuma destas sensações deverá estar demasiado evidente em relação às restantes.

Ainda não terminámos! Outro elemento importante na prova é o chamado fim de boca. É a sensação que se prolonga entre poucos segundos a vários minutos após engolir o vinho. Este é um importante indicador da qualidade do vinho. Bons vinhos têm um fim de boca longo ou prolongado ao contrário de vinhos vulgares que são "curtos". Um fim de boca prolongado é normalmente um indicador de bom potencial de envelhecimento.

A qualidade de um vinho deve ser avaliada pelo equilíbrio de todos os componentes, pois o destaque de uma das sensações ácido ou álcool, por exemplo, traduz-se num vinho desequilibrado e assim menos agradável. Por outro lado, a perspectiva de qualidade não deve ser vista apenas no momento actual, pois um vinho pode ser practicamente imbebível hoje, mas ter um grande potencial de envelhecimento, dando um vinho excepcional ao fim de 5 ou 10 anos.




Conheça as principais castas

CASTAS BRANCAS PORTUGUESAS

Alvarinho

É o símbolo da forte união que existe entre o Minho e a Galiza. Do lado de cá chamam-lhe portuguesa, do lado de lá chamam-lhe galega. Provavelmente é luso-galaica. É considerada a raínha das castas do Vinho Verde, embora os grandes vinhos a que dá origem sejam, basicamente, maduros. É a única casta autorizada na produção de Vinho Verde varietal. A forte personalidade que imprime aos vinhos, com notas de frutos cítricos onde predominam a laranja, torna-os muito apreciados quando jovens. Mas vale a pena experimentar os Alvarinhos com vários anos! A boa acidez que apresentam associada ao alto teor de álcool, permite-lhes evoluir muito bem em garrafa, ganhando grande complexidade e prolongamento na boca.

Antão Vaz

A casta Antão Vaz é tradicional nos vinhos brancos do Alentejo. Os vinhos produzidos com base nesta casta apresentam boa estrutura mas carecem frequentemente de alguma frescura. Esta é a razão pela qual está, em muitos casos, associada à casta Arinto que contribui com uma acidez mais elevada. Esta associação é a base de alguns dos melhores vinhos brancos do Alentejo.
Os vinhos elementares de Antão Vaz têm habitualmente um aroma exuberante, fino e persistente, característico da casta. São vinhos com elevado teor alcoólico e encorpados.

Arinto

O Arinto é o símbolo da região de Bucelas, sendo a casta dominante dos vinhos desta região. Os famosos vinhos brancos velhos de Bucelas devem a sua longevidade a esta casta. A sua elevada acidez fez dela uma casta melhoradora em muitas outras regiões do País, em especial no Alentejo e Ribatejo onde os vinhos carecem, por vezes de alguma frescura. É ainda uma casta importante nos Vinhos Verdes (onde é conhecida como Pedernã), Douro (designada Pedernão), e Ribatejo, sendo considerada por muitos como das nossas melhores castas brancas. Mesmo em zonas quentes como o Alentejo, o vinho estreme de Arinto mostra-se acídulo e com frescura. Embora tenha uma acidez elevada tem um sabor delicado e um aroma floral. Á semelhança de algumas castas brancas internacionais, produz bons resultados quando fermentada em barricas de carvalho. Com a evolução em garrafa desenvolve notas citrinas e resinosas, que deram fama aos brancos velhos de Bucelas.

Bical

Bical ou Borrado das Moscas é uma casta branca cultivada principalmente nas regiões da Bairrada e do Dão. Esta casta é temporã e generosa a produzir, sendo, por isso, muito apreciada pelos viticultores. Apesar de não ser muito aromática, tem aromas frutados muito finos e elegantes, que, quando são respeitados os preceitos da boa vinificação, originam vinhos muito agradáveis e distintos.

Encruzado

É considerada por muitos enólogos a casta branca mais nobre do Dão e uma das mais notáveis castas portuguesas. A casta Encruzado, ao contrário da maioria das castas brancas, origina vinhos que evidenciam as suas melhores qualidades só ao fim de algum tempo de estágio. São normalmente vinhos com teor alcoólico elevado, possuidores de grande longevidade, mantendo uma frescura e equilíbrio notáveis, evoluindo para uma complexidade aromática muito interessante. São normalmente marcados por aromas que lembram o pimentão verde, podendo notar-se com a evolução aromas a frutos secos, compotas e um toque resinoso. Esta casta é por vezes fermentada em barricas de carvalho, acentuando esta mesma complexidade com notas abaunilhadas.

Sercial

O Sercial do Dão é diferente do da Madeira e, pensa-se, diferente daquele produzido no Douro e Bairrada. Por isso, quando se fala em Sercial é mais legítimo pensar numa família de castas com um grau de parentesco elevado.
É uma casta que produz generosamente apesar de ser tardia. Esta característica confere aos vinhos uma acidez significativa, tornando-a uma casta melhoradora nos lotes em que abundam as uvas excessivamente maduras.

CASTAS BRANCAS INTERNACIONAIS

Chardonnay

Chardonnay é uma palavra mágica no mundo dos vinhos brancos. Há tantos, e tão bons brancos feitos com esta casta, que para muitos entusiastas não vale a pena pensar noutras. A personalidade que imprime aos vinhos - reconhecida por qualquer enófilo mesmo principiante - associada a uma boa produtividade e a um grande poder de adaptação às condições climatéricas mais adversas, justificam o seu sucesso em todo o Mundo. O seu estilo elegante atinge a máxima expressão nos famosos Chablis e Montrachet e alguns Champanhes, não obstante a excelência que americanos, australianos, chilenos e, mesmo, portugueses, conseguiram com esta casta. Os aromas dos vinhos de Chardonnay lembram frequentemente maçã, melão e figo, ou ainda mel, uva ou pêssego, conforme sejam vinhos provenientes de zonas mais frias ou de zonas mais quentes.

Riesling

O que lhe falta em tamanho do cacho e do bago sobra-lhe em grandeza aromática e elegância. È, muito justamente, uma das grandes castas do Mundo, que os alemães e os franceses da Alsácia souberam elevar à máxima expressão.
O seu aroma é normalmente caracterizado por notas florais, minerais e de mel.
Deliciosos em jovens, estes vinhos podem ainda melhorar ao longo de vários anos devido a uma acidez e extracto elevados, ganhando grande complexidade.

Sauvignon Blanc

É uma casta inconfundível, onde a intensidade aromática, com notas minerais e vegetais, é do agrado de muitos consumidores. Porém, muitos outros acham-na enjoativa devido ao excesso de perfume que os seus vinhos exalam. Os vinhos do vale do Loire, nomeadamente Poully Fumé e o Sancerre são os mais famosos, aproximando-se, por vezes, do sublime. Actualmente considera-se que na Nova Zelândia se produzem brancos desta casta ao nível dos melhores do Mundo, devido ao seu carácter vegetal - espargos verdes - que confere grande elegância e equilíbrio.

CASTAS TINTAS PORTUGUESAS

Aragonês, Tinta Roriz

É uma das castas tradicionais de Portugal de maior qualidade, razão pela qual se tem assistido nos últimos anos a um aumento significativo da sua área de plantação. É cultivada principalmente nas regiões do Douro, Dão e Alentejo. Em Espanha, onde é conhecida por Tempranillo, muitas são as regiões vinhateiras onde é a casta nobre por excelência. As suas características parecem estar fortemente dependentes do rendimento. Quando produz muito os vinhos podem ser abertos de cor com sabores lenhosos e herbáceos, enquanto que com produções baixas pode originar vinhos ricos de cor, aromas intensos com notas de framboesa e especiarias, muito encorpados e com grande longevidade. Por vezes tem uma acidez baixa sendo necessário lotá-lo com outras mais ácidas ou corrigindo a sua acidez. São vinhos que se destacam mais pela elegância e distinção do que pela concentração e poder. Suporta bem e pode melhorar com o estágio em barricas de carvalho.
Esta casta é ainda muito importante na produção do vinho do Porto.

Tinta Miúda

A casta Tinta Miúda foi uma das mais importantes nos encepamentos da Estremadura e em algumas regiões espanholas, como a Rioja, onde é conhecida por Graciano. A sua baixa produção contribuiu para o desencanto dos viticultores que a foram substituindo por castas mais produtivas. As sua boas qualidades enológicas têm incentivado a recuperação desta casta quer em Portugal quer em Espanha. Os vinhos a partir dela produzidos possuem um aroma intenso e delicado, habitualmente ricos em taninos e em extracto contribuindo assim para uma boa evolução em garrafa e, também, para uma certa longevidade.

Touriga Nacional

Esta casta é sem dúvida a mais badalada actualmente na enologia portuguesa. A área destinada á Touriga Nacional tem crescido de uma forma impressionante nos últimos dez anos. A razão desta "Tourigomania" é a qualidade dos vinhos a que dá origem. Carregados de cor, com aroma característico a caruma de pinheiro, a flores silvestres, como a esteva, e frutos silvestres, como as amoras, mirtilos e groselha. Com uma concentração notável em extracto e taninos, são vinhos que impressionam mesmo os apreciadores mais distraídos. Esta casta é tradicional das regiões do Dão e do Douro, sendo nesta última importante ingrediente dos vinhos do Porto. Na Austrália e Califórnia podemos também encontrar vinhas de Touriga Nacional destinadas, especialmente, á produção de vinhos licorosos. O estágio dos vinhos em barricas novas de carvalho é especialmente indicado para este tipo de vinhos, tornando-os mais macios e equilibrados, mantendo um elevado potencial de envelhecimento.

Trincadeira Preta

A casta Trincadeira Preta está distribuída por praticamente todo o país, sendo talvez a mais difundida em Portugal. No entanto é no sul que estão os vinhos desta casta que mais se têm distinguido nos últimos anos. É normalmente uma casta de produções generosas. No Douro é conhecida por Tinta Amarela, entrando na composição do vinho do Porto. Esta casta origina vinhos carregados na cor, com um aroma frutado associado a um toque herbáceo característico, que se acentua significativamente no sabor. São vinhos com bom corpo e muito boa estrutura tanínica. Com o estágio o vinho torna-se macio e aveludado. Envelhece bem em madeira de carvalho.

CASTAS TINTAS INTERNACIONAIS

Cabernet Sauvignon

Esta é a casta mais espantosa do mundo vitícola pela capacidade de adaptação a uma grande variedade de climas e solos, mas sobretudo pela qualidade superior dos vinhos que origina na maior parte das regiões vitícolas. Tornou-se, sem dúvida, o grande símbolo dos vinhos tintos, principalmente se tivermos em conta que as regiões mais famosas de Bordéus, como Médoc e Graves, tem na casta Cabernet Sauvignon o principal ingrediente dos seus melhores vinhos. Nestas regiões o Cabernet Sauvignon é, normalmente lotado com Merlot, Cabernet Franc e por vezes Petit Verdot em percentagens variáveis consoante o estilo de cada empresa. Alguns apreciadores consideram que os vinhos que se propõem ser "grandes vinhos" devem ter, sempre, Cabernet Sauvignon. A sua elevada concentração em cor e taninos contribui de forma fundamental para a estrutura e longevidade dos vinhos que origina. Os seus aromas lembram o cedro, groselha e especiarias, em especial a pimenta preta. Os vinhos desta casta têm grande aptidão para o estágio em barricas novas de carvalho, que confere ao aroma um toque abaunilhado, para além de amaciar os taninos mais irreverentes, tornando o vinho mais aveludado.

Merlot

A elegância e distinção da casta Merlot fazem dela uma das mais famosas do Mundo. Embora seja uma casta que origina principalmente vinhos de lote, entra em 95% na composição de um dos vinhos mais caros do mundo, o Château Pétrus da região de Pomerol (Bordéus). Á semelhança da casta Cabernet Sauvignon, a Merlot tem também uma boa capacidade de adaptação a diferentes condições edafo-climáticas estando difundida por várias regiões do globo. A sua estrutura mais delicada não permite que, como vinho elementar, tenha a longevidade dos vinhos de Cabernet Sauvignon, apesar da grande complexidade que podem atingir com o envelhecimento em garrafa. O aroma é normalmente caracterizado por possuir notas de cereja e groselha podendo, ainda, lembrar o café torrado.

quinta-feira, 11 de novembro de 2004

As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram Novo Reino,
que tanto sublimaram;

Os Lusíadas
Luis Vaz de Camões
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.ca Canada 26 0.25%
.nl Netherlands 18 0.17%
.uk United Kingdom 18 0.17%
.it Italy 16 0.15%
.sa Saudi Arabia 15 0.14%
.mx Mexico 13 0.12%
.jp Japan 12 0.11%
.be Belgium 11 0.10%
.tw Taiwan, Province of China 10 0.09%
.ae United Arab Emirates 9 0.08%
.au Australia 9 0.08%
.ar Argentina 9 0.08%
.ru Russian Federation 9 0.08%
.ao Angola 7 0.06%
.dk Denmark 6 0.05%
.il Israel 6 0.05%
.pe Peru 6 0.05%
.si Slovenia 6 0.05%
.gr Greece 6 0.05%
.tr Turkey 5 0.04%
.sk Slovakia 5 0.04%
.fi Finland 5 0.04%
.uy Uruguay 5 0.04%
.at Austria 5 0.04%
.mz Mozambique 4 0.03%
.se Sweden 4 0.03%
.arpa Old style Arpanet 4 0.03%
.cl Chile 4 0.03%
.lu Luxembourg 4 0.03%
.kw Kuwait 3 0.02%
.pl Poland 3 0.02%
.co Colombia 3 0.02%
.nz New Zealand 3 0.02%
.ua Ukraine 3 0.02%
.org Non-Profit Organizations 3 0.02%
.cz Czech Republic 2 0.01%
.in India 2 0.01%
.ve Venezuela 2 0.01%
.hk Hong Kong 2 0.01%
.om Oman 2 0.01%
.kr Korea, Republic of 2 0.01%
.eg Egypt 2 0.01%
.bo Bolivia 1 0.00%
.ie Ireland 1 0.00%
.pr Puerto Rico 1 0.00%
.ke Kenya 1 0.00%
.cv Cape Verde 1 0.00%
.hu Hungary 1 0.00%
.no Norway 1 0.00%
.ba Bosnia and Herzegovina 1 0.00%
.sv El Salvador 1 0.00%
.za South Africa 1 0.00%
.ro Romania 1 0.00%
.md Moldova, Republic of 1 0.00%
.ir Iran, Islamic Republic of 1 0.00%
.tg Togo 1 0.00%


Continents Unique Visitors

Europe 6139 61.02%
Unknown 2689 26.73%
South America 903 8.97%
North America 219 2.17%
Asia 78 0.77%
Africa 17 0.16%
Oceania 12 0.11%
Central America 2 0.01%

Criação de página pessoal

Página pessoal

Para criar uma página pessoal não é preciso ter conhecimento de programação nem de linguagem HTML. Algumas aplicações podem dar uma ajuda para assegurar a sua presença na Internet bastando seguir indicações simples.

Para criar um site pessoal da Web não precisa de recrutar os serviços de um Web designer, dado que certos programas e funcionalidades têm vindo a tornar desnecessário possuir conhecimentos de programação em HTML ou ser especialista em design gráfico. Qualquer utilizador pode colocar o seu "espaço virtual" na Internet, desde que não pretende algo muito elaborado ou potente. Para tal, basta recorrer a ferramentas de simples utilização, embora se possa manter a possibilidade de escrever manualmente as páginas.

Um site da Web é apenas um grupo de ficheiros alojado num servidor Web, isto é, um computador que está permanentemente ligado à Internet e que corre uma aplicação que permite que qualquer utilizador, também conectado à Rede, transfira ficheiros desse servidor para o seu próprio computador.

Quando se visita um site da Web, está-se na verdade a enviar uma mensagem a um servidor Web - que pode estar localizado fisicamente em qualquer parte do mundo -, solicitando-lhe que nos envie um certo conjunto de ficheiros, normalmente texto e imagens. Estes ficheiros são exibidos pelo nosso browser.

A não ser no caso de portais empresariais, a escolha mais óbvia será fazer outsourcing ou subcontratar as necessidades de alojamento na Web. O utilizador apenas necessita de alugar espaço num servidor da Web num serviço de alojamento ou Internet Service Provider (ISP). Basta fornecer o material e eles disponibilizam-no na Web, mediante o pagamento de uma quantia mensal ou mesmo gratuitamente.

Os serviços de alojamento apresentam diferentes ofertas em termos de espaço, preços e níveis de competência. O ISP que aloja o seu site da Web poderá ser o mesmo que utiliza para aceder à Internet - como a Telepac, o Sapo, o Clix ou o IOL -, com a vantagem de nesse caso o espaço fornecido ser gratuito, mas não é obrigatório recorrer a estes ISPs. Existem várias empresas também especializadas no fornecimento gratuito de espaço para páginas da Web, como a GeoCities do Yahoo!, o Tripod da Lycos ou o Terravista.

Contudo, as funcionalidades oferecidas pelos serviços gratuitos são bastante básicas, sendo concebidas para pessoas com páginas pessoais da Web. Estas empresas aceitam o material nos termos dos seus procedimentos e regras, e a quantidade de espaço e largura de banda que disponibilizam é limitada. A maior parte dos serviços gratuitos obrigam à visualização de janelas popup publicitárias de cada vez que se acede à página, o que é bastante aborrecido para os visitantes.

Toda a página Web utiliza HTML (HyperText Markup Language), uma linguagem de descrição dos componentes da página que permite criar páginas de texto, imagens e outros elementos que podem ser visualizados através de um browser. Ao utilizar esta linguagem, pode criar páginas de texto com vários tipos de formatação, semelhante àquelas criadas com um processador de texto como o Microsoft Word ou um programa de paginação. Pode-se ainda incluir hiperlinks, que conduzem o cibernauta a qualquer tipo de ficheiro e em qualquer lugar.

Tendo em conta que se pode aceder à Web a partir de qualquer sistema operativo ou dispositivo electrónico, desde um PC a um telemóvel, passando por uma set-top box ou televisão e o número infindável de browsers disponíveis, um criador de uma página Web nunca pode ter a certeza de como é que o seu material irá ser visualizado.

Para complicar as coisas, as duas maiores produtoras de browsers, a Microsoft e a Netscape, aumentaram intencionalmente as diferenças entre os seus programas de forma a que as páginas concebidas para um browser possam não ser correctamente visualizadas noutro. Por isso, deve sempre pensar sobre qual a audiência que pretende captar para o seu site e tomar em conta as limitações tecnológicas quando estiver a criar as suas páginas. As tecnologias mais recentes e atractivas da Web tendem a não funcionar em sistemas antigos ou pouco poderosos. Na Web, quanto menos exuberante e pesado for um site, melhor. O HTML não foi concebido originalmente a pensar no layout de páginas e as suas primeiras versões ofereciam muito poucas ferramentas de formatação. Versões posteriores da linguagem acrescentaram mais capacidades. As limitações do HTML impulsionaram o surgimento de várias outras linguagens e sistemas que permitiam o fornecimento de texto, gráficos e até áudio de várias formas. Algumas destas, como o Javascript, são integradas nas mais recentes versões dos browsers, ao passo que outras, como o Flash ou Shockwave, requerem o download de um plugin.

Apesar de os ficheiros de HTML serem apenas texto, podendo ser elaborados recorrendo a qualquer processador de texto, esse processo é uma tarefa desnecessária nos dias de hoje por várias razões. Existem vários editores de HTML que oferecem uma série de ferramentas que aceleram a criação de páginas. O NotePad e o Macromedia HomeSite são alguns dos mais conhecidos, estando disponíveis em versões gratuitas ou de avaliação, para além da edição comercial.

Estes editores de HTML consistem num mero processador de texto que tem uma série de atalhos e modelos para as tarefas mais comuns de edição de HTML, possibilitando clicar num pequeno botão por cada comando de código mais comum, sem necessidade de escrevê-lo manualmente. Mas hoje em dia, ferramentas de Web design como o Microsoft FrontPage ou o Macromedia Dreamweaver, permitem conceber páginas sem recorrer a qualquer código, como se se tratasse de um editor do estilo de layout de páginas. Estes programas são bastante fáceis de usar, permitindo a criação de um site em menos de uma hora.

Para os mais apressados e que apenas têm interesse em criar uma presença online mínima, vários ISPs bem como centenas de outras companhias, disponibilizam guias ou wizards para a criação de páginas já formatadas e com um estilo próprio, com base em formulários ou módulos adequados ao assunto e cariz do site e tendo em conta o nível de conhecimentos do criador. Pode ainda utilizar um processador de texto como o Word para criar uma página, tal como se se tratasse de um documento normal formatado.

Agora que já ficou a conhecer todas as ferramentas ao seu dispor, mãos à obra.

www.favoritus.net

segunda-feira, 2 de agosto de 2004

O sexo explicado por um miúdo de 7 anos

O pequeno John tem sete anos e como todos os miúdos da sua idade é bastante curioso.
Tendo ouvido falar sobre a arte de cortejar, ficou bastante intrigado sobre o que seria e como se faria; resolveu levar esta questão à mãe, que ficou muito atrapalhada e em vez de lhe explicar, disse para se esconder atrás da cortina e visse a sua irmã e o namorado.
Assim fez, e na manhã seguinte contou tudo o que tinha visto:
"Mãe, a Susie e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraça-la. A Susie deve ter começado a ficar doente visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deu por isso e colocou-lhe a mão dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontra-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração.
A outra mão dele devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Susie, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer-lhe que se sentia muito quente. Por fim consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença; Uma enguia que tinha saltado das calças dele e deveria ter uns 17 cm de comprimento. Juro! De qualquer forma ela agarrou-a para impedir que fugisse. Quando a Susie realmente viu o que tinha agarrado, começou a ficar muito assustada porque os olhos dela ficaram arregalados, abriu a boca e começou a chamar por Deus e outras coisas assim. Disse-lhe também que era a maior que já tinha visto até então. (Tenho um dia de lhe falar daquelas que já vi pescar no lago...) Nessa altura a Susie ficou brava e tentou mata-la comendo-lhe a cabeça. Subitamente ela fez um barulho e deixou-a fugir, pegou-lhe novamente com as duas mãos, enquanto ele foi ao bolso buscar um saco, para evitar que a enguia voltasse a escapar. A Susie deitou-se então para trás e abriu as pernas de forma a formar uma prisão para a enguia, enquanto ele tentava ajuda-la deitando-se por cima dela. Mas a enguia dava uma luta dos diabos. A Susie gemia, chorava e o namorado quase que virava o sofá.
Eu penso que eles estavam a tentar esmagar a enguia entre eles. Passado um bocado, ambos continuavam a gemer, a mexer e deixaram fugir um grande suspiro. O namorado dela levantou-se e por certo tinham morto a enguia. Eu sei que estava morta, porque a vi dependurada. A Susie e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se a confortar-se um ao outro. Para a animar ele começou a beija-la, e diabos se a enguia, que estava morta, não voltou a saltar, e a luta recomeçou novamente. Eu penso que as enguias são como os gatos, têm sete vidas ou mais! Desta vez a Susie saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de 35 minutos acabaram finalmente por mata-la. Eu sei que ela desta vez morreu, porque vi o namorado a esfola-la e a deitar-lhe a pele pela retrete a baixo.

quinta-feira, 29 de julho de 2004

CELEBRIDADES EM ASCENSÃO
www.melroze.com

CELEBRIDADES QUE JÁ FORAM PRESAS
www.thesmokinggun.com/mugshots/

ANIVERSÁRIOS DOS FAMOSOS
( que tal colocar a data de aniversário de um famoso a seguir à assinatura digital? ) www.famousbirthdays.com/

DESAPARECIDOS (com fotos e tudo)
www.policiajudiciaria.pt

OS DUPLOS DAS CELEBRIDADES
www.celebrity-doubles.com
"A estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência.
A inteligência tem limites, a estupidez não..."

A estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência

"A estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência.
A inteligência tem limites, a estupidez não..."
Mulher do ponto de vista químico!
Fórmula química da mulher!

Elemento: Mulher
Símbolo: Mu
Descobridor: Adão
Peso Atómico: Aceite como 50 kg, mas é sabido que varia de 45 a 92 kg.
Ocorrência: Quantidade excedente em toda a área urbana.

COMPOSIÇÃO
10% Peitos
10% Coxas
50% Pensamentos Vagos
30% Roupas

PROPRIEDADES FÍSICAS
  1. Superfície geralmente recoberta por revestimento colorido.
  2. Ferve por nada, congela sem razão.
  3. Derrete se submetida a tratamento adequado.
  4. Amarga se usada incorrectamente.
  5. Alta perigosidade se manuseada por mãos inábeis.

 

PROPRIEDADES QUÍMICAS

  1. Possui afinidade com ouro, prata, platina e pedras preciosas.
  2. Capaz de absorver grandes quantidades de substâncias caras (roupas, jantares, casas, carros...).
  3. Pode explodir espontaneamente.
  4. Extremamente barulhenta quando encontrada em grupo.
  5. Insolúvel em líquidos, mas com actividade aumentada por saturação em álcool.
  6. Cede à pressão quando aplicada em pontos correctos.

UTILIDADES GERAIS

  1. Altamente ornamental, especialmente em carros desportivos, iates e piscinas.
  2. É o mais poderoso agente redutor de dinheiro que se conhece.
  3. Pode ser de grande ajuda para relaxamento.
  4. Muitas vezes, quando usada correctamente, pode lavar, cozinhar, passar e buscar chinelos e jornal para o Dono da casa.
  5. Ideal para elevar espíritos deprimidos, bem como para deprimir espíritos elevados.

O QUE FALTA NA SUA ESTRUTURA

  1. Botão de ON/OFF.
  2. Botão de volume.
  3. Controlo Remoto.

tinta permanente - João Pires - "fumo sem fogo"

fumo sem fogo


As celebridades estão a ser convidadas por uma empresa tabaqueira norte-americana para "adoptarem" a sua marca de tabaco, com direito a tabaco vitaliciamente. No entanto parece que ainda não conseguiu volutários até à data.
Circulava eu pela net atrás de um endereço de correio electrónico, quando vou parar a uma prestigiada tabaqueira de reconhecido nome internacional e vejam só quais as novas politicas:
- Não querem que as crianças fumem  ??

Criança de dois anos fumando


Será que podemos acreditar nisso? Na realidade a população em geral esperaria que as tabaqueiras agissem dessa forma, mas será necessário estar vigilante no tocante a essas políticas.
No passado tivemos o tabaco como simbolo de virilidade, associados às estrelas do cinema. Depois foram os refrigerantes a espalhar o novo "status" Logo a seguir veio a comida rápida
e agora:
Temos os primeiros passos da comida lenta.
Voltando ao tema central, o tabaco foi um acessório de moda, mas o vício ficou. Assim, as crianças nunca poderão ser colocadas em questão em relação ao tabaco, sob ameça de nunca se livrarem dele durante toda a vida.
As tabaqueiras não precisam de fidelizar os seus clientes: eles fidelizam-se por si só! O mais difícil é começar.
Seria bom mesmo que as estrelas do cinema e outras celebridades não aceitassem definitivamente a inovadora promoção da tabaqueira que insiste em oferecer tabaco vitaliciamente. O tabaco já não está na moda. Aliás é uma grande chatice ter que acordar a meio da noite e sair à rua para comprar um maço de tabaco ou termos os vizinhos no trabalho, no café, no restaurante ou noutros locais a olharem de soslaio para o fumo errante do nosso tabaco.
Será mesmo uma dependência ter que riscar um fósforo para acender o próximo cigarro ? Não será já uma atitude mecânica e irreflectida ?
Aqui vai uma sugestão:

Fumem cachimbo !! 
Mas antes considerem outra hipótese:
O país sem fumo por um dia.
Gosto de imaginar um dia o país sem fumo... de tabaco. Quantos aos outros fumos, fica para outro dia.
Depois passem à descoberta do cachimbo. Sim, esse tem um ritual muito próprio, nada conveniente em algumas situações, e condida ao fumo reflectido.


Veja também

blogs lusitanos famosos
http://andrade-alexandre.planetaclix.pt/1bsk.htm http://bomba-inteligente.blogspot.com/ http://dicionariodiabo.blogspot.com/ http://gatofedorento.blogspot.com/

directorio blog
http://blogo.no.sapo.pt/ http://bloconotas.blogspot.com/ http://blogo.no.sapo.pt/ http://www.omeudiario.net/ptbloggers/ http://blogo.no.sapo.pt/geral/actualidade.htm

Fernão Magalhães - navegador português

Fernão Magalhães

O português que descobriu a passagem marítima do Atlântico para o Pacífico não concluiu a viagem de circum-navegação que iniciara ao serviço da coroa de Espanha. Mas ficou para a história.  A 8 de Setembro de 1522, chegava a Sevilha uma nau com 18 tripulantes. Estes homens tinham zarpado do mesmo porto, mais de três anos antes, à descoberta de uma passagem de ocidente para oriente - eram os poucos sobreviventes da armada de Fernão de Magalhães. 

O navegador português serviu durante nove anos nos mares do Oriente, ajudando à conquista de vários territórios, incluindo Malaca, subjugada por Afonso de Albuquerque em 1511. De regresso a Lisboa, em 1514, viu recusado pelo rei D. Manuel o seu pedido de aumento da tença anual. Partiu para Espanha e ofereceu os seus préstimos a Carlos I de Espanha (futuro imperador Carlos V). 

Aliciado pela perspectiva de atingir as ilhas das especiarias por ocidente, o monarca cedeu ao navegador português as naus e equipagem para o intento. Segundo os seus cálculos, e dos irmãos Faleiro, as Molucas encontravam-se na metade do mundo que, pelo tratado de Tordesilhas, cabia à coroa de Castela; os cosmógrafos portugueses garantiam mesmo que a cerca de 40 graus de latitude a sul do Brasil, havia uma passagem do oceano Atlântico para os mares do Sul. Durante um ano foi preparada a armada, composta pelas naus Trinidad, San Antonio, Concepción, Victoria e Santiago. 

A frota contava com cerca de 240 tripulantes de várias nacionalidades, entre os quais o italiano António Pigafetta, que deixaria um relato completo da viagem de Magalhães. Segundo ele, no relato publicado por Neves Águas, o português partiu de Sevilha rumo às Canárias a 10 de Agosto de 1519, seguindo depois até à costa da Guiné, "resolvido a abrir um caminho que nenhum navegador conhecera até então". 

Rumaram depois ao Brasil, atingindo o Rio de Janeiro no início de Dezembro, onde ficaram 15 dias, ao fim dos quais Pigafetta testemunha: "Costeámos o país até 34º 40' de latitude sul, onde encontrámos um grande rio de água doce". Era o rio da Prata, onde "habitam os canibais, ou comedores de homens", que os navegadores julgavam poder ser a tão almejada passagem para o Oriente.
Falando sobre conflitos de gerações, o médico inglês Ronald Gibson começouuma conferência citando quatro frases:
  1. "A nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, despreza a autoridade enão tem o menor respeito pelos mais velhos. Os nossos filhos hoje sãoverdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra,respondem aos pais e são simplesmente maus."
  2. "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventudede hoje tomar o poder amanhã, porque esta juventude é insuportável,desenfreada, simplesmente horrível."
  3. "O nosso mundo atingiu seu ponto crítico. Os filhos não ouvem mais ospais. O fim do mundo não pode estar muito longe."
  4. "Esta juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens sãomause preguiçosos. Eles nunca serão como a juventude de antigamente... Ajuventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura."Após ter lido as quatro citações, ficou muito satisfeito com a aprovaçãoqueos espectadores davam às frases.Então, revelou a origem delas:- a primeira é de Sócrates (470-399 a.C.)- a segunda é de Hesíodo (720 a.C.)- a terceira é de um sacerdote do ano 2000 a.C.- a quarta estava escrita em um vaso de argila descoberto nas ruínas daBabilónia e tem mais de 4000 anos de existência.

favoritus